REVISTA DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E SAÚDE

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RESUMO

Este estudo tem como objetivo analisar o papel da Sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) na inclusão de alunos com deficiência intelectual nas escolas municipais de Caucaia-CE, por meio de uma revisão bibliográfica. A inclusão educacional tem ganhado destaque nas políticas públicas e no debate acadêmico, pois visa assegurar o direito à educação equitativa e de qualidade para todos. Nesse contexto, o AEE se apresenta como um espaço pedagógico essencial para o desenvolvimento de estratégias e práticas que atendam às especificidades dos alunos com deficiência intelectual, promovendo sua aprendizagem e participação no ambiente escolar. A metodologia baseia-se exclusivamente em revisão bibliográfica, com a análise de artigos científicos, livros, documentos oficiais e legislações pertinentes ao tema. A pesquisa busca compreender, à luz do referencial teórico, as contribuições do AEE para a inclusão escolar, bem como os desafios enfrentados pelos educadores e gestores no processo de implementação e execução dessas práticas. Os resultados indicam que as Salas de AEE desempenham um papel central na criação de ambientes inclusivos, oferecendo recursos e estratégias pedagógicas adaptadas às necessidades dos alunos. Entretanto, a literatura revisada também aponta para a necessidade de maior investimento em formação continuada dos profissionais, de fortalecimento das políticas públicas de inclusão e de maior articulação entre o AEE e as salas regulares de ensino. Conclui-se que, embora os avanços sejam evidentes, há um longo caminho a ser percorrido para que o AEE alcance seu pleno potencial como agente de inclusão escolar. Esta pesquisa espera contribuir para o debate sobre a importância de práticas pedagógicas inclusivas, destacando o papel do AEE como um instrumento de transformação educacional e social.

Palavras-chave: Atendimento Educacional Especializado. Inclusão Escolar. Deficiência Intelectual. Educação Inclusiva.

Corrigido – O PAPEL DA SALA DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NA INCLUSÃ_O DE ALUNOS COM DEFICIÃ_NCIA INTELECTUAL ESTUDO NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE CAUCAIA CE corrigindo

RESUMO

O letramento e a escrita são elementos centrais da educação, sendo crucial para os sujeitos do processo a aquisição de habilidades técnicas e o desenvolvimento de competências sociais, culturais e críticas. Nesse sentido, desenvolver revisões sobre teorias e abordagens no letramento e escrita consiste em ação bastante edificadora no âmbito acadêmico e prático. Ter o conhecimento de que o letramento envolve o uso social da linguagem, revela que a escola tem o grande desafio de formar indivíduos que sejam capazes de interpretar, criticar e produzir textos em diferentes contextos. O campo das metodologias aplicadas ao letramento e à escrita é vasto e dinâmico e, a escolha da metodologia mais adequada deve considerar o contexto educacional e as necessidades específicas dos sujeitos aprendizes. As práticas de letramento e escrita podem ser potencializadas pela criatividade dos professores e pela aquisição de meios e métodos tanto tradicionais como modernos, como uso de tecnologias de informação para que se possa promover as habilidades técnicas e uma compreensão crítica e contextualizada da linguagem escrita. Para tecer discussões e construir análise de conteúdo à luz dessa temática, o presente trabalho desenvolveu uma robusta revisão sobre o processo de letramento e escrita, contemplando políticas, legislações, metodologias tradicionais e alternativas de ensino, promovendo diálogos entre esses informes e as opiniões e percepções coletadas por meio de entrevista a uma amostra de professores do 5º ano do ensino fundamental de escola pública cearense. Para melhor analisar esses dados qualitativos, foi realizada uma Análise de Conteúdo. A partir da análise dos dados, foram tecidas importantes considerações. Dessa forma, considera-se que o trabalho realizado no processo de letramento pelos professores entrevistados está garantindo a aprendizagem dos meus alunos, principalmente pelo uso diversificados métodos de escrita como também pela promoção de discussões e análises dos textos. Também se considera que as crianças observadas estão alcançando as habilidades propostas. Os professores afirmaram que é importante implementar inteligentes estratégias e que boa parte das crianças orientadas desenvolvem autonomia o que reflete na capacidade dos alunos de tomar iniciativas, gerir seu próprio aprendizado e fazer escolhas informadas sobre suas atividades de leitura e escrita. Como crítica relevante, os professores apontaram que se pode melhorar em aspectos do direcionamento e acrescentar recursos multimídia e tecnológicos, tornando o aprendizado mais lúdico e envolvente, promovendo a competição saudável, aumentando a motivação dos alunos e reforçando o domínio de conceitos e habilidades. Segundo estes professores, a presença da família é um dos fatores que faz bastante diferença no processo de letramento e escrita, pois, observaram que alunos cujos responsáveis se atém ao que acontece na escola, conseguem acompanhar as atividades com poucos ou quase nenhuns empecilhos. Quanto ao montante de crianças que ainda não alcançou as habilidades propostas, os professores entrevistados afirmaram que estes alunos precisam de suporte individual e geralmente em sala de aula há contundente complexidade nesse sentido.

Palavras-chave: Letramento. Escrita. Metodologia. Ensino Fundamental. Habilidades. Processo.

ESCOPO DE MÉTODOS E AÇÕES PEDAGÓGICAS DE LETRAMENTO NO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE FORTALEZA ARTIGO

RESUMO

A avaliação escolar é um dos instrumentos mais importantes no processo de ensino-aprendizagem, desempenhando um papel central na compreensão das dificuldades e avanços dos alunos, além de orientar as práticas pedagógicas. No Ensino Fundamental II, a avaliação assume uma complexidade considerável, pois envolve turmas com estudantes de perfis diversos em termos de habilidades cognitivas, experiências prévias e contextos socioculturais. Tradicionalmente, a avaliação tem sido associada a modelos centrados em provas e testes, que buscam quantificar o desempenho dos alunos por meio de classificações numéricas. No entanto, essas abordagens muitas vezes não capturam a totalidade do processo de aprendizagem, restringindo-se a medir resultados pontuais e desconsiderando a evolução do aluno ao longo do tempo. Nos últimos anos, tem-se buscado uma reorientação do conceito de avaliação, passando a enfatizar sua função formativa, que visa não apenas medir o conhecimento, mas também acompanhar o processo de aprendizagem e identificar as necessidades de apoio e orientação pedagógica. A avaliação formativa se foca na reflexão constante sobre as estratégias de ensino e no acompanhamento contínuo do progresso dos alunos, com o objetivo de promover o desenvolvimento integral e a aprendizagem significativa. Essa abordagem considera a avaliação como um meio para promover a autorreflexão dos alunos, incentivando-os a compreender seu próprio processo de aprendizagem e a se engajar ativamente em seu desenvolvimento. Além disso, a diversidade presente nas turmas do Ensino Fundamental II exige que a avaliação seja inclusiva, capaz de respeitar as diferenças de cada aluno, seja no que diz respeito ao ritmo de aprendizagem, às condições socioeconômicas ou às diferentes formas de aprendizado. Isso implica no uso de múltiplos instrumentos avaliativos, que permitam uma análise mais rica e diversificada das habilidades dos alunos, indo além das avaliações tradicionais. A necessidade de uma avaliação que promova a equidade, que esteja atenta às necessidades individuais e que seja democrática também se torna evidente. Diante desses desafios, a reflexão sobre a avaliação no Ensino Fundamental II é essencial para que se possa repensar suas práticas, tornando-as mais eficazes e adequadas às realidades dos alunos. A avaliação deve ser vista não como um fim, mas como um processo contínuo de aprendizado, que contribui para a construção do conhecimento e para a formação de cidadãos críticos, capazes de compreender e transformar o mundo ao seu redor. Assim, a avaliação no Ensino Fundamental II deve ser um meio para promover não apenas a aquisição de conteúdo, mas também o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais, alinhadas com as necessidades do século XXI.

Palavras-Chave: Avaliação. Ensino Fundamental. Anos Finais. Desafios.

A COMPLEXIDADE DA PRÁTICA DA AVALIAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL II REFLEXÕES E DESAFIOS