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- GESTÃO DEMOCRÁTICA PARA UMA QUALIDADE DE ENSINO NAS ESCOLAS: UM REVIEW
- GESTÃO ESCOLAR E INCLUSÃO: NORMAS, PRÁTICAS E IMPACTOS NA EDUCAÇÃO
- ADOECIMENTO MENTAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19: DESAFIOS DO ENSINO REMOTO E HÍBRIDO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Mental Illness and Teacher Training During the COVID-19 Pandemic: Challenges of Remote and Hybrid Learning in Basic Education Enfermedad mental y formación docente durante la pandemia de COVID-19: desafíos del aprendizaje remoto e híbrido en la educación básica.

GESTÃO DEMOCRÁTICA PARA UMA QUALIDADE DE ENSINO NAS ESCOLAS: UM REVIEW
Queila Lemos de Souza Gomes Coêlho1
RESUMO
Este artigo apresenta uma revisão teórica sobre os fundamentos da gestão democrática escolar, a partir das contribuições de quatro autores clássicos do pensamento educacional brasileiro: Vitor Henrique Paro, Heloísa Lück, José Carlos Libâneo e Paulo Freire. O objetivo da investigação é analisar as concepções desses pensadores, evidenciando suas inter-relações e implicações para a prática educativa, bem como identificar as dificuldades enfrentadas por professores, coordenadores, alunos e famílias em contextos de gestão não participativa e os benefícios decorrentes de uma gestão democrática. Trata-se de uma pesquisa de natureza bibliográfica, com abordagem qualitativa, fundamentada na análise crítica da produção acadêmica dos autores selecionados. Os resultados apontam que o pesquisador Paro critica a importação de modelos empresariais para a educação e defende a participação consciente da comunidade; Lück enfatiza a liderança compartilhada e a descentralização do poder; Libâneo situa a escola como comunidade de aprendizagem e espaço de transformação social; e Freire oferece o substrato ético da dialogicidade e da educação libertadora. Conclui-se que a gestão democrática não se reduz a mecanismos formais, mas constitui um processo complexo que exige a superação de heranças autoritárias e o engajamento ativo de todos os atores escolares, sendo fundamental para a qualidade do ensino e para a formação cidadã.
Palavras-chave: Gestão Democrática; Gestão Escolar; Participação; Liderança Compartilhada; Educação Libertadora.
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1Graduada em Pedagogia pela UVA, Sobral Ceará. Especialização em Metodologias de Ensino Fundamental e Ensino Médio pela UVA, Sobral Ceará. Mestra em Ciências da Educação pela Universidade Politécnica e Artística do Paraguai-UPAP.
GESTÃO DEMOCRÁTICA PARA UMA QUALIDADE DE ENSINO NAS ESCOLAS UM REVIEW
GESTÃO ESCOLAR E INCLUSÃO: NORMAS, PRÁTICAS E IMPACTOS NA EDUCAÇÃO
Nilmária Silva de Sousa1
RESUMO
A inclusão educacional tem se consolidado como um dos principais desafios e objetivos das políticas educacionais contemporâneas. No contexto da gestão escolar, a efetivação de práticas inclusivas depende da articulação entre normas institucionais, capacitação docente e estratégias pedagógicas voltadas à diversidade. Esta pesquisa tem como objetivo analisar a relação entre a gestão escolar e a inclusão educacional, explorando como as diretrizes normativas são implementadas na prática e quais impactos geram no cotidiano escolar. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, baseada em revisão bibliográfica e análise documental, buscando compreender os desafios enfrentados pelos gestores na construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo. Os resultados apontam que, embora existam marcos regulatórios sólidos que garantem o direito à educação inclusiva, ainda há lacunas na formação dos gestores e educadores, na adaptação dos espaços físicos e na construção de uma cultura escolar que valorize a diversidade. Além disso, a efetivação da inclusão depende da colaboração entre escola, família e comunidade, bem como do investimento contínuo em políticas públicas que promovam uma gestão democrática e equitativa. Conclui-se que a gestão escolar desempenha um papel fundamental na implementação da inclusão, sendo necessário um olhar atento para a superação das barreiras estruturais e atitudinais que ainda persistem no ambiente educacional. Dessa forma, é imprescindível que os gestores estejam preparados para atuar como mediadores desse processo, garantindo que a escola seja um espaço de aprendizagem acessível e acolhedor para todos os estudantes.
Palavras-chave: Gestão escolar; Inclusão educacional; Políticas públicas; Práticas pedagógicas; Educação inclusiva.
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1Graduação em Letras – Português pela Universidade Estadual Vale do Acaraú, Ceará. Mestra em Ciências da Educação pela UNADES/PY.
GESTÃO ESCOLAR E INCLUSÃO NORMAS, PRÁTICAS E IMPACTOS NA EDUCAÇÃO ok
ADOECIMENTO MENTAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19: DESAFIOS DO ENSINO REMOTO E HÍBRIDO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Mental Illness and Teacher Training During the COVID-19 Pandemic: Challenges of Remote and Hybrid Learning in Basic Education Enfermedad mental y formación docente durante la pandemia de COVID-19: desafíos del aprendizaje remoto e híbrido en la educación básica.
Fabiana de Sousa Castelo Branco de Melo Silva[1]
RESUMO
A pandemia da COVID-19 provocou mudanças significativas nos sistemas educacionais em todo o mundo, exigindo a adoção do ensino remoto emergencial como estratégia para garantir a continuidade das atividades pedagógicas. Nesse contexto, professores e estudantes passaram a enfrentar desafios relacionados à adaptação tecnológica, à reorganização do trabalho educacional e às consequências psicossociais decorrentes do isolamento social. O presente estudo teve como objetivo analisar os impactos do ensino remoto na saúde mental dos professores e estudantes da educação básica, bem como discutir as implicações desse processo para a formação docente. A pesquisa caracterizou-se como um estudo longitudinal de abordagem quantitativa e qualitativa, desenvolvido entre os anos de 2020 e 2022. Os resultados evidenciaram o aumento de sintomas relacionados à ansiedade, estresse, sofrimento psíquico e exaustão emocional entre os participantes. Observou-se ainda a utilização de psicotrópicos sem acompanhamento especializado, dificuldades relacionadas ao domínio das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), aumento da carga de trabalho docente e insuficiência de políticas públicas voltadas ao suporte educacional e psicossocial. Conclui-se que a pandemia intensificou fragilidades históricas do sistema educacional brasileiro, ampliando desigualdades sociais e educacionais e evidenciando a necessidade de investimentos em formação continuada, saúde mental e valorização profissional docente.
Palavras-chave: Saúde Mental. Formação Docente. Ensino Remoto. COVID-19. Educação Básica.
ADOECIMENTO MENTAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19 DESAFIOS DO ENSINO REMOTO E HÍBRIDO NA EDUCAÇÃO BÁSICA OK