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PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL: O APEGO SEGURO NA CORREGULAÇÃO EMOCIONAL DAS CRIANÇAS BEM PEQUENAS NO SETTING RELATIONAL PSYCHOMOTOR SKILLS: SECURE ATTACHMENT IN THE EMOTIONAL CO-REGULATION OF VERY YOUNG CHILDREN IN THE SETTING
Monalisa Catalani Zamboni Kiekebusch1
RESUMO
O presente artigo discute os postulados da Teoria do Apego Seguro que sustenta que os vínculos estabelecidos entre uma criança e seus cuidadores, na primeiríssima infância, modulam a forma com que a criança responde quando exposta a contextos sociais que, se positivos, favorecem o desenvolvimento de habilidades comportamentais seguras e emocionalmente equilibrada, se negativos, podem gerar insegurança e dificuldades com prejuízo para o comportamento apresentado, destacando a importância dos processos de corregulação emocional que se estabelecem entre ambos. Essas primeiras interações influenciam diretamente a construção da autorregulação emocional e das habilidades sociais infantis, refletindo posteriormente no ambiente escolar, onde professores e psicomotricistas relacionais preventivos assumem a função de novos correguladores emocionais. O papel do psicomotricista relacional preventivo é central nesse processo, ao oferecer um ambiente acolhedor, interpretar manifestações simbólicas e promover intervenções baseadas na empatia e na compreensão do vínculo afetivo. Conclui-se que a integração entre teoria do apego, corregulação emocional, reforça e agrega mais fundamentos à prática psicomotora relacional ampliando e potencializando as possibilidades de intervenção sensível com maior eficácia para desenvolvimento integral da criança em contextos educativos e terapêuticos.
Palavras-chave: Apego Seguro. Corregulação Emocional. Psicomotricidade Relacional.
ABSTRACT
The article discusses the postulates of the Attachment Theory that argues that bonds established between a child and their caregivers, in the first three years of life, modulate the way in which the child answer when they are exposed to social contexts that, if positive, promote the development of safe and emotionally balanced behavioral skills, if negative, can generate unsafe and difficulties with prejudice for the behavior presented, highlighting the importance of the emotional coregulation processes that are established between both. Those first interactions directly influence the construction of emotional autoregulation and of children’s social skills, reflecting posteriorly in the scholar environment, where early childhood educators and preventive relational psychomotor therapists assume the function of news emotional coregulators. The paper of the preventive relational psychomotor therapist is central in this process by offering a welcoming environment, interpreting symbolic manifestations and promoting interventions based in the empathy and in the comprehension of affective bond. It is concluded that the integration between Attachment Theory and emotional coregulation reinforce and add more fundamentals to relational psychomotor practice expanding and enhancing the possibilities of sensible intervention with greater effectiveness for the integral development of the child in educative and therapeutic contexts.
Keywords: Secure Attachment. Emotional Co-regulation. Relational Psychomotor Skills.
PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL_ O APEGO SEGURO NA CORREGULAÇÃO EMOCIONAL DAS CRIANÇAS BEM PEQUENAS NO SETTING ok
MATRÍCULA INCLUSIVA E A PERMANÊNCIA DE CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA SALA REGULAR NO CEI ROGACIANO LEITE EM FORTALEZA, BRASIL – ESTUDO DE CASO
Camila Venâncio Barros1
RESUMO
Esta pesquisa teve o propósito em compreender e analisar a matrícula inclusiva e a permanência na prática de criança com deficiência no CEI Rogaciano Leite em Fortaleza, Brasil – Estudo de Caso. A inclusão hoje na escola surge visando garantir que todos se matriculem e frequentem a sala de aula comum, independentemente do tipo de deficiência e de suas especificidades. Com uma matrícula voltada para inclusão, à criança com deficiência permanece incluída e integrada com todas as outras crianças em sala de aula, com suas atividades adaptadas e um desenvolvimento integral de aprendizagens satisfatórias no Centro de Educação Infantil, Rogaciano Leite em Fortaleza. Essa foi a problemática a ser elucidada, tendo como objetivo investigar analisar como ocorre a matrícula inclusiva e a permanência de criança com deficiência, se está sendo integrada em sala com as demais crianças, bem como, o papel do CEI frente aos desafios de uma escola para todos. Os resultados das análises da pesquisa pontuam a necessidade não só de uma matrícula inclusiva, mas também a permanência do aluno com deficiência em sala de aula regular de forma permanente com todos no processo de inclusão. Os obstáculos apontam a necessidade de uma inclusão não apenas dos alunos, mas também do acesso dos professores a formação constante em novas habilidades para conectar o saber em diferentes formatos, atendendo as diferenças de aprendizagem em cada deficiência, bem como o acesso ao AEE, por todas as instituições da rede, como maior número de professores para realizar esse atendimento. Esta pesquisa tem sua relevância por considera importante um trabalho para reflexão de gestores, professores e pais onde o CEI não deve só fazer uma matrícula inclusiva em massa, mas também instigar a observação e construção de uma rede de apoio permanente a real inclusão, garantindo com qualidade e equidade a permanência de todos os discentes e que os professores, que os atendam diariamente, possuam acesso ao saber teórico, com formações adequadas, que os ampare na prática, os preparando para os desafios diários que a real inclusão impõe e não simplesmente torná-la acessível, mas ser proativo na identificação de barreiras e eliminação de obstáculos que levam a exclusão, onde deveríamos ter inclusão.
Palavras-chave: Matrícula inclusiva. Permanência. Criança com deficiência. CEI. Sala de aula.
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1Professora da rede municipal da cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. Mestra em Ciências da Educação pela UNADES/PY.
MATRÍCULA INCLUSIVA E A PERMANÊNCIA DE CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA SALA REGULAR NO CEI ROGACIANO LEITE EM FORTALEZA, BRASIL ESTUDO DE CASO
ANÁLISE EM RECORTE SOBRE A FUNÇÃO DA COORDENADORA PEDAGÓGICA COMO MEDIADORA DIALÓGICA ENTRE FAMÍLIA E ESCOLA
Sheila Maria Arruda Linhares Lemos1
O presente trabalho no formato de pesquisa qualitativa teve como objetivo central apresentar um recorte analítico sobre a função da coordenação pedagógica como mediadora dialógica entre família e escola. Para essa finalidade, fez-se uso da metodologia Análise de Conteúdo de Bardin (2011).. Como resultados das análises, infere-se que, a relação “família-escola” constitui um microssistema que se agrega e se soma para a concepção de que educar é muito mais do que apenas alfabetizar e ajudar o educando alcançar o conhecimento. Os muitos desafios que a coordenação pedagógica enfrenta junto à família vêm prejudicando a contínua construção desta complexa relação, como, as questões socioeconômicas, consideradas sendo um dos maiores desafios, centrando-se em uma realidade onde as famílias têm alta vulnerabilidade social, desemprego e longas jornadas de trabalho, influenciando na baixa capacidade de participação na vida escolar dos seus filhos. A mediação dialógica fortalece a comunidade escolar, cria um ambiente de aprendizagem mais saudável e é uma ferramenta poderosa na prevenção de conflitos e de práticas como o bullying. A coordenadora pedagógica ao promover uma escuta dialógica com as famílias deixa um legado que transcende a gestão de conteúdo, contribuindo para a construção de uma sociedade mais democrática e dialógica. À luz de Paulo Freire (Teoria dialógica); Oliveira e Guimarães (formação e práxis); Orsolon (escuta sensível); Placco e Vasconcelos (articulação e formação docente), diálogo significa muito mais do que uma técnica pedagógica, constituindo-se em uma práxis filosófica e política essencial para a transformação social e a humanização.
Palavras-chave: Escuta. Diálogo. Coordenadora pedagógica. Escola. Família.
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1Mestrado em Ciências da Educação pela UNADES/PY.
ANÁLISE EM RECORTE SOBRE A FUNÇÃO DA COORDENADORA PEDAGÓGICA COMO MEDIADORA DIALÓGICA ENTRE FAMÍLIA E ESCOLA