Artigos

Nilmária Silva de Sousa1

RESUMO

A inclusão educacional tem se consolidado como um dos principais desafios e objetivos das políticas educacionais contemporâneas. No contexto da gestão escolar, a efetivação de práticas inclusivas depende da articulação entre normas institucionais, capacitação docente e estratégias pedagógicas voltadas à diversidade. Esta pesquisa tem como objetivo analisar a relação entre a gestão escolar e a inclusão educacional, explorando como as diretrizes normativas são implementadas na prática e quais impactos geram no cotidiano escolar. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, baseada em revisão bibliográfica e análise documental, buscando compreender os desafios enfrentados pelos gestores na construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo. Os resultados apontam que, embora existam marcos regulatórios sólidos que garantem o direito à educação inclusiva, ainda há lacunas na formação dos gestores e educadores, na adaptação dos espaços físicos e na construção de uma cultura escolar que valorize a diversidade. Além disso, a efetivação da inclusão depende da colaboração entre escola, família e comunidade, bem como do investimento contínuo em políticas públicas que promovam uma gestão democrática e equitativa. Conclui-se que a gestão escolar desempenha um papel fundamental na implementação da inclusão, sendo necessário um olhar atento para a superação das barreiras estruturais e atitudinais que ainda persistem no ambiente educacional. Dessa forma, é imprescindível que os gestores estejam preparados para atuar como mediadores desse processo, garantindo que a escola seja um espaço de aprendizagem acessível e acolhedor para todos os estudantes.

Palavras-chave: Gestão escolar; Inclusão educacional; Políticas públicas; Práticas pedagógicas; Educação inclusiva.

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1Graduação em Letras – Português pela Universidade Estadual Vale do Acaraú, Ceará. Mestra em Ciências da Educação pela UNADES/PY.

GESTÃO ESCOLAR E INCLUSÃO NORMAS, PRÁTICAS E IMPACTOS NA EDUCAÇÃO ok

Fabiana de Sousa Castelo Branco de Melo Silva[1]

RESUMO

A pandemia da COVID-19 provocou mudanças significativas nos sistemas educacionais em todo o mundo, exigindo a adoção do ensino remoto emergencial como estratégia para garantir a continuidade das atividades pedagógicas. Nesse contexto, professores e estudantes passaram a enfrentar desafios relacionados à adaptação tecnológica, à reorganização do trabalho educacional e às consequências psicossociais decorrentes do isolamento social. O presente estudo teve como objetivo analisar os impactos do ensino remoto na saúde mental dos professores e estudantes da educação básica, bem como discutir as implicações desse processo para a formação docente. A pesquisa caracterizou-se como um estudo longitudinal de abordagem quantitativa e qualitativa, desenvolvido entre os anos de 2020 e 2022. Os resultados evidenciaram o aumento de sintomas relacionados à ansiedade, estresse, sofrimento psíquico e exaustão emocional entre os participantes. Observou-se ainda a utilização de psicotrópicos sem acompanhamento especializado, dificuldades relacionadas ao domínio das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), aumento da carga de trabalho docente e insuficiência de políticas públicas voltadas ao suporte educacional e psicossocial. Conclui-se que a pandemia intensificou fragilidades históricas do sistema educacional brasileiro, ampliando desigualdades sociais e educacionais e evidenciando a necessidade de investimentos em formação continuada, saúde mental e valorização profissional docente.

Palavras-chave: Saúde Mental. Formação Docente. Ensino Remoto. COVID-19. Educação Básica.

ADOECIMENTO MENTAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19 DESAFIOS DO ENSINO REMOTO E HÍBRIDO NA EDUCAÇÃO BÁSICA OK

Maisa Pinto Fontenele1

RESUMO

Esta pesquisa tem como objetivo analisar o papel do lúdico no ensino de Matemática, com ênfase no uso de jogos como ferramenta pedagógica para aprimorar a aprendizagem dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental. Buscou-se compreender de que forma as práticas lúdicas podem contribuir para o desenvolvimento do raciocínio lógico, do interesse e da participação dos estudantes nas aulas de Matemática. O estudo baseou-se em uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo, utilizando referenciais teóricos de autores que discutem a ludicidade, a aprendizagem significativa e as metodologias ativas aplicadas ao ensino da Matemática. Foram analisadas publicações acadêmicas, dissertações, artigos e documentos oficiais que abordam o uso de jogos como estratégia de ensino. Verificou-se que os jogos matemáticos, quando aplicados de forma planejada e intencional, favorecem a construção do conhecimento, promovem a interação entre os alunos e estimulam a criatividade, tornando o processo de aprendizagem mais prazeroso e eficaz. Conclui-se que o uso do lúdico como ferramenta didática representa uma alternativa pedagógica valiosa para superar as dificuldades no ensino da Matemática, contribuindo para o desenvolvimento integral dos estudantes e para a melhoria da prática docente.

Palavras-chave: Ludicidade; Jogos Matemáticos; Ensino de Matemática; Aprendizagem; Ensino Fundamental.

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1Lincenciada em Pedagogia pela Universidade Estadual do Vale do Acaraú, Sobral, Ceará. Licenciada em Português pela Universidade Estadual do Vale do Acaraú, Sobral, Ceará. Especialização em Metodologias do Ensino de Artes, Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, Ceará. Mestrado em Ciências da Educação pela UNADES/´PY

 

O LÚDICO NO ENSINO DE MATEMÁTICAO USO DE JOGOS COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM NO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL