Artigos

VOL 01 – Nº 04

A presente pesquisa teve o propósito de compreender, analisar e discutir sobre a formação do professor na inclusão de aluno com Deficiencia Intelectual, na perspectiva de uma escola pública de Fortaleza Ceará, no formato de estudo de caso. Nesse sentido, entendeu-se que, no contexto Educacional, onde se faz necessário não apenas inserir o aluno na escola, deve-se propiciar meios que garantam a permanência do aluno de forma autônoma, com vistas à aquisição de sua aprendizagem e formação. Partindo deste princípio, objetivou-se descrever um estudo desenvolvido com alunos com deficiência Intelectual, matriculados na Escola Municipal Monsenhor Linhares, localizada na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. O tema abordou a formação de professores, como ferramenta necessária e importante, com base no estudo de caso de um aluno, tendo a meta de ultrapassar barreiras impostas que são impeditivas do aluno de participar autonomamente de atividades no cotidiano escolar. Para esse estudo, foi realizada uma entrevista semiestruturada com professores, gestores e pais de alunos. Autores como Pessotti (2012); Melo e Silva, (2016); Gauderer, (2012); Gómez e Terán (2014); Minayo (2012); Gil (2012); Rampazzo, (2014); Yin (2015); Markoni e Lakatos (2014), dentre outros foram base teórica relevante para o desenvolvimento desse trabalho. O maior foco foi o AEE (Atendimento Educacional Especializado) da escola, envolvendo pais de alunos; alunos portadores de deficiência, professores e gestores. Os resultados encontrados foram diversos diante das análises, sendo analisados e discutidos à luz do referencial teórico. Como resultados, os entrevistados sugeriram um maior preparo nas formações continuadas para educar melhor com qualidade no ensino de forma inclusiva; sala de aula com menor número de alunos para que tenha um atendimento com qualidade. Finalmente, o presente estudo considerou a relevante importância de uma inclusão mais eficaz e a necessidade de formação continuada para os professores a fim de melhor atuar, visando às peculiaridades dos alunos com deficiência e seu envolvimento participativo na sala de aula regular com todos.

Palavras-chave: Professor. Formação continuada. AEE. Aluno com deficiência intelectual.

VOL 01 – Nº 03

Segundo a Organização da Nações Unidas, em sua Agenda 2030, os governos  devem assegurar que as crianças tenham uma vida saudável. Estudos sinalizam  que propor e investir em políticas públicas para a primeira infância é o meio mais  eficaz para baixar os índices de desigualdades econômicas na idade adulta.  Nesse sentido, o desenvolvimento de programas intersetoriais com a Educação,  Saúde e outros meios sociais que possam auxiliar a família e a criança são de  grande relevância. No nordeste do Brasil, o Estado do Ceará com um foco na  criança e na perspectiva da dimensão do cuidar e do educar, criou o Programa  de Apoio ao Desenvolvimento infantil – PADIN, incubado na Secretaria de  Educação do Estado do Ceara – SEDUC e que apoia ações educativas voltadas  para o desenvolvimento integral da primeira infância, consistindo em uma  iniciativa que objetiva fornecer subsídios ao público de famílias com crianças de  0 a 3 anos e 11 meses. Um dos importantes pilares pedagógicos do PADIN é a  Afetividade. Para que sua representação seja positiva em relação ao “Afeto,  estímulos se tornam necessários para o investimento no desenvolvimento das  potencialidades da criança. O afeto pode trazer muitos benefícios ao  desenvolvimento infantil através de trocas por pessoas do seu convívio, gerando  interações, comunicação e a capacidade de empatia.

Palavras-chave: Infância. ODS. Governo do Estado do Ceará. PADIN. Afeto

VOL 01 – Nº 02

A Educação é um desafio constante para a sociedade já que se trata de um dos fundamentais pilares do desenvolvimento em todos os setores sociais. Nos contextos pedagógicos deve-se fazer uso de mecanismos didáticos necessários para que se construam aprendizagens a fim de garantir que a instituição de ensino alcance seus objetivos sociais. A utilização de jogos pedagógicos se tornou um imperativo rotineiro dentro do ambiente de ensino, uma vez que existe possibilidade de aprendizagens lúdicas serem efetivas. A partir dessa premissa, o presente trabalho objetivou analisar projetos, ações e atividades desenvolvidas com o auxílio de jogos educativos e as brincadeiras e que estão inseridas na prática pedagógica das professoras da Escola Municipal Moura Brasil, na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. Os objetivos específicos consistiram em investigar a percepção das professoras sobre o uso dos jogos e brincadeiras no cotidiano escolar nos anos iniciais do ensino fundamental; identificar fatores que possibilitem compreender os entraves para a valorização do jogo no espaço escolar; entender a relação estabelecida pelas professoras entre o jogo e desenvolvimento infantil e refletir sobre o espaço oferecido ao estudo do jogo nos cursos de formação inicial e continuada de professores. Como conclusões, pode-se afirmar que jogos e brincadeiras são importantes para o aprendizado das crianças, embora nem sempre se façam presentes no cotidiano das escolas já que exige planejamentos mais elaborados e demanda mais tempo e envolvimento por parte do professor nessa tarefa lúdica. Nas narrativas das docentes entrevistadas observou-se que eles consideram de grande importância os jogos e as brincadeiras para o desenvolvimento das aprendizagens de seus alunos e alunas, justamente por contribuírem para o desenvolvimento integral da criança. Percebeu-se também a necessidade do planejamento por parte do professor para incluir os jogos e brincadeiras nas atividades cotidianas da sala de aula de modo a tornar as aulas mais dinâmicas e atrativas, facilitando a aquisição das aprendizagens. Finalmente, considera-se que há um reconhecimento sobre a importância dos jogos e brincadeiras na construção das aprendizagens das crianças da educação do ensino fundamental. nesse sentido há uma crescente necessidade de inserção dos jogos e brincadeiras na escolarização das crianças, pois por meio deles é possível construir aprendizagens mais significativas e conectadas aos reais anseios e necessidades da criança. para isso, escolas públicas de ensino fundamental precisam receber uma atenção maior por parte dos executivos da educação e, a realidade encontrada na presente pesquisa se reproduz para outras unidades de ensino – falta de espaço, falta de materiais, falta de incentivo, dentre outros problemas nesse contexto.

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