Maria do Socorro Carlos Monteiro1
Francisco José Filgueiras Russo2
RESUMO
Neste artigo, consta a apreciação da prática docente de ensino à leitura quanto ao uso de estratégias de leitura, a concepção teórica que alicerça o ensino da leitura, a prática leitora dos alunos e o suporte de apoio às aulas de Literatura Infantil na Escola Municipal Catulo da Paixão Cearense de Fortaleza, Ceará, Brasil. A pesquisa ocorreu em duas turmas de 3º ano do Ensino Fundamental. No caderno a Arca Literária (2014) constatou-se que não foi especificada a vertente teórica em que se fundamenta para o ensino da leitura, fato que gerou a elaboração da hipótese de que a prática docente não corresponde à concepção de ensino da leitura adotada pela obra, levando a uma incongruência da teoria e da prática e consequentemente à não formação de leitor proficiente. Portanto, buscou-se compreender as relações entre a prática e as concepções das professoras das turmas de 3º anos. Foram pesquisados obras e autores que abordam a importância do ensino da leitura e o uso de estratégias de leitura para formação de leitor proficiente como: Solé (1998), Kleiman (2000), Katom(1999), Leffa (1999), Pietri (2007), Gaté (2001), Gagliari (2002), entre outros. Foram observadas as aulas de Literatura Infantil para conhecer as dificuldades enfrentadas pelas docentes na utilização do material em uso.
Palavras-chave: Estratégias de Leitura. Material Didático. Prática Docente.

ESTRATÉGIAS DE LEITURA APRENDER E ENSINAR

RESUMO 

O presente artigo tem como intuito de comunicar o sentido do estudo da Geografia e suas reais possibilidades na Escola. O objetivo geral foi analisar os fundamentos téorico-metodologicos da Geografia escolar, evidenciando suas características e as razões pelas quais essa ciência passa a compor o currículo escolar. Como desdobramento, buscou-se identificar e caracterizar as metodologias e os recursos materiais favoráveis à dinamização do ensino e aprendizagem de Geografia. A metodologia ocorreu mediante levantamento bibliográfico sobre a trajetória da Geografia escolar, as propostas metodológicas e os recursos didáticos a partir da década de 1990. Nessa análise, verificou-se como satisfatório as sugestões de procedimentos metodológicos e recursos de ensino da Geografia. A escola, contudo, não mudou o suficiente para incorporar essas inovações didático-pedagógicas. Considera-se que o presente estudo demostrou que a organização dos tempos e espaços da escola é inspirada no modelo seriado e disciplinar, com uma rotina que subdivide o tempo em cargas horárias e planejamento para todos os professores. Destaca-se então, a possibilidade de melhoria da qualidade do ensino de Geografia na Educação Básica, pela maximização do ambiente escolar.

Palavras-chave: Geografia Escolar. Metodologias de Ensino. Espaços da Aprendizagem.

UM OLHAR SOBRE A TRAJETÓRIA DA GEOGRAFIA ESCOLAR

Uma Revisão sobre Estresse Oxidativo e morte celular

The intricate phenomenon of aging has generated a myriad of hypotheses over time. Modern gerontologists have a new conception where aging is defined as an adaptive process, not caused only by simple factors or processes, but by a multifactorial process modulated by the interaction between genetic and environmental factors. The most widely held cause of aging is the popular concept that the root cause of aging is oxidative stress. However, this concept can be interpreted in numerous ways. The free radical theory of aging gained credibility with the identification in 1969 of the enzyme superoxide dismutase (SOD), which provided the first compelling evidence for the in vivo generation of superoxide anion (O2- •). subcellular processes of O2- • generation, led to the strengthening of the aforementioned theory, indicating that mitochondria are the main source of endogenous oxidants. The term oxidative stress derives significantly from the basic force that extracts oxidation through its oxidizing power, oxygen, an element essential for supporting aerobic metabolism and life. Numerous studies document a clear relationship between oxidants and changes in structures and functions, at all levels, molecular, cellular, tissue, systems and organs. Molecular studies carried out with oxidative stress have shown that there is a change in gene regulation during aging, a fact that proves the inseparable nature of oxidative stress at the genetic level. However, although damage accumulation and genetic modulation are considered excellent markers of the effects of stress, they do not represent the direct cause of aging. To better understand these processes, a review was carried out in this article covering the types of oxidizing agents that cause oxidative stress in human cells and the relationship between this phenomenon and aging and death. Defense mechanisms against oxidizing agents have also been reported.

Keywords: Reactive Oxygen Species. Antioxidative enzymes. Non-enzymatic antioxidant system. Aging.

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1Professora aposentada do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual do Ceará. Governo do Estado do Ceará, Brasil. Doutora em Bioquímica e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Ceará, Brasil.

2Graduando do Curso de Nutrição do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual do Ceará, Brasil.

RESUMO
Nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, em Orientações Curriculares do ensino, já existem sugestões do uso de ferramentas pedagógicas e estratégias diferenciadas, para que o professor ou a professora possa aplicar na sua prática docente de modo a favorecer o processo ensino aprendizagem. Nesse sentido, acredita-se que materiais e ferramentas como jogos didáticos podem potencializar o livro didático e colaborar com melhorias no ensino aprendizagem. O ensino público no Brasil tem revelado um cenário de inúmeras carências físicas, estruturais e pedagógicas como a falta de materiais didáticos. A exclusão digital devido à ausência de internet para todos, carência de computadores e outros equipamentos tecnológicos, reprimem muitas formas de se fazer uma aula diferenciada. É importante também adicionar a esse panorama, a necessidade de uma formação continuada do docente, dando-lhe suporte cientifico e abrindo caminhos para que sua criatividade dialogue diretamente com materiais diversos tanto tecnológicos como analógicos, sendo essa uma condição sine qua non para todo esse processo ser validado de fato. A abordagem lúdica colabora de muitas maneiras com o trabalho do docente no processo de construção e produção do conhecimento dos estudantes. há o conceito da gamificação, onde o(a) professor(a) deve se certificar de que todos os elementos lúdicos devam estar contidos no jogo a ser jogada em sala de aula com um propósito didático, despertando o interesse e dos estudantes em aprender com maior entusiasmo. No ensino das Ciências da Natureza, mais precisamente em conteúdo de ciências para o 4º ano do ensino fundamental, pode-se por meio do uso de jogos didáticos analógicos promover melhor engajamento e aprendizagem. Diante dessa premissa o presente trabalho teve como objetivo cerne utilizar o lúdico como uma estratégica ferramenta metodológica para tornar o ensino da Unidade Terra e Universo mais atraente e prazeroso para os estudantes. Para isso foi feita uma experiência com uma amostra de 33 estudantes do 4º do ensino fundamental de uma escola pública cearense, a Escola Municipal Irmã Maria Evanete, localizada na cidade de Fortaleza, Ceará, com um jogo analógico, no formato de jogo da memória, denominado “O Universo”. Ao serem interrogados sobre a experiência com o jogo didático analógico “O Universo”, 100% das crianças que participaram dessa aula, jogando o jogo e interagindo com a professora e seus colegas, afirmou que gostou do jogo, achou o jogo interessante, conseguiu identificar visualmente e contextualizar os planetas, o sistema solar, as galáxias, astros e aprender mais sobre ferramentas como o telescópio e satélites artificiais. Conclui-se então que é de grande importante a experiência com jogos analógicos didáticos, inserindo a observação de que promover discussões acadêmicas sobre modos alternativos de ensinar e promover a aprendizagem das Ciencias da Natureza tanto no público infantil quanto adolescentes é de grande relevância para a Educação. Considera-se também que, reflexões sobre as dificuldades que os professores e as professoras têm para preparar aulas mais criativas, devem ser fomentadas incessantemente, já que na maioria das vezes as aulas são ministrados no método tradicional, com base apenas no livro didático, sem atividades lúdicas diversificadas, pois, os docentes para aderirem a esses modos alternativos de aula, necessitam de tempo, formação e sustentabilidade.
Palavras-chave: Educação. Ludicidade. Jogos didáticos analógicos. Ciências da Natureza. Ensino Fundamental.
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1Professora da rede de ensino público municipal de Fortaleza, Ceará, Brasil. Mestra em Ciências da Educação pela UNADES, PY.
2Professora aposentada da Universidade Estadual do Ceará. Governo do Estado do Ceará. Doutora em Bioquímica e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Ceará. Doutorando em Ciências da Educação pela UNADES, PY.

 

RESUMO

De que forma e em quais tempos históricos o mundo percebeu que o desenvolvimento infantil demarcava de forma social, cultural e também histórica, os elementos basais da saúde emocional, cognitiva, relacional, ou seja, social da criança, futuros cidadãos do mundo? E a diversidade infantil, com suas múltiplas culturas, etnias, modos de vida, como se encaixa nos referidos contextos? E àquelas crianças que necessitam de outros modos de amparo educativos com é o caso da criança com deficiência – ela também dever ter direito a educação? A inclusão é uma realidade ou ainda há muito caminho pela frente? Os programas desenvolvidos pelos governos e suas políticas públicas educacionais e de inclusão no contexto da infância são eficientes e estão solucionando os problemas do cotidiano das crianças nas escolas, fundamentalmente nas escolas públicas? A inclusão é um fato? O que os professores estão falando a respeito desse problema? Em busca de respostas para essas indagações e, fundamentalmente registar discussões nesse sentido, no presente trabalho foi realizado incialmente um review contendo informações relevantes como, o documento da ONU que incuba os ODS, objetivos do desenvolvimento sustentável, com ênfase no Objetivo 4 -Educação de Qualidade, o qual inclui os direitos da criança, direito da criança à educação, Educação Infantil e inclusão; os artigos que compõem os Direitos da Criança da UNICEF; abordagens sobre a criança e sua relação com o meio ambiente denominado escola em um “olhar vigostikiano”; recortes de marcos históricos e legais do processo de implementação da Educação Infantil no Brasil; as diretrizes da Educação Infantil no Brasil; os programas nacionais e do Estado do Ceará focando o bem-estar da criança de um modo geral, enfatizando a Educação Infantil e inclusão na escola municipal de Fortaleza, Ceará. O objetivo foi tecer discussões sobre narrativas e percepções sobre o sucesso/insucesso desses programas, especulando de modo mais particularizado a inclusão no Ensino Infantil na escola pública cearense. A participação de professores da rede municipal de Fortaleza, Ceará, Brasil, lotadas no Ensino Infantil foi de grande valia para o presente trabalho já que as percepções e opiniões coletadas por meio de entrevistas e questionários trouxe uma visibilidade sobre o que os professores pensam sobre os programas de Educação e inclusão que estão estabelecidos e fazem parte do cotidiano dos professores e outros atores da escola pública fortalezense. Esses programas condizem com a realidade do cotidiano das crianças na escola? A inclusão é um fato verificado de acordo com esse público ou ainda há muitos desafios a serem solucionados na escola pública cearense? A amostra de docentes da Educação Infantil de escola municipal de Fortaleza, Ceará, entrevistada no presente trabalho opinou que: programas que promovem os direitos da pessoa com deficiência, em especial, o direito à educação nas salas de ensino regular deve então serem convergidos para uma conscientização das famílias de crianças que estudam em escolas da rede pública; que o gestor da escola deve desenvolver um melhor planejamento de propostas pedagógicas e estratégias para impulsionar o processo da inclusão na escola é um dos fundamentais papéis de um gestor e que deve receber do governo uma formação mais qualificada sobre Educação infantil e inclusão quando da ocupação de cargos de gestão na escola; lotar todas as turmas da Educação Infantil e de Inclusão com assistentes e inserir SMRs em todos os Centros de Educação Infantil é ação de extrema necessidade na escola pública cearense e deve mitigar os muitos problemas que a realidade da escola enfrenta cotidianamente e que as políticas públicas de formação e qualificação para os professores e assistentes, a permanência de Profissionais de Apoio Escolar e Assistentes de Inclusão nos CEIs, o passe livre e o atendimento multidisciplinar são ações colaborativas e significantes que indicam evolução no processo da inclusão na educação infantil sob o viés da professora, profissional que lida com essa modalidade de educação no dia a dia da sala de aula regular.

Palavras-chave: Educação Infantil. Inclusão. Políticas Públicas. Cidade de Fortaleza, Ceará. Opinião. Docente.

 

VOL 01 – Nº 10

Esta pesquisa tem como objeto a violência na escola, e tem como finalidade mostrar os resultados de um estudo realizado com professores e educandos de uma dada escola pública. Atualmente, a violência tem sido motivo de muitas indagações, porque está exageradamente presente no nosso cotidiano, apesar dos nossos esforços de afastá-la. Sua divulgação é exponencial, e as consequências são devastadoras. A violência possui um conceito complexo, e, esse fenômeno tem ampliado suas modalidades e os espaços de ocorrência. A escola, já algum tempo, é alvo de cenas e comportamentos violentos, preocupando os sujeitos que estão envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. A pesquisa teve como problema a ser respondido quais as diferentes percepções sobre a violência escolar e suas possíveis consequências entre os professores e os educandos de uma escola da rede estadual de ensino do Ceará localizada no município de Pacatuba. Teve como objetivo geral analisar as diferentes formas de violência e suas possíveis consequências no contexto escolar, a partir da percepção de professores e educandos de uma escola da rede estadual do Ceará no município de Pacatuba. Do ponto de vista teórico, ancoramos a pesquisa nos trabalho de Aquino (1996), Abramovay (2005), Capez (2007); Charlot (2006); Derbabieux (2006); Faleiros (1995); Fante (2005); Gotzens (2003)Ishida (2007), Medeiros (2996), Minayo (2003), Ortega (2002); Ristum (2004); Waiselfisz; (2006), entre outros. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa teve uma abordagem qualitativa. Constituiu um estudo de caso, cujos instrumentos para coleta de pesquisa foi a observação direta e a aplicação de um questionário. O trabalho apresentou como principais conclusões a correta percepção de professores e educandos quanto a questão da violência escolar. Esta por sua vez é profundamente influenciada por fatores externos como o tráfico de drogas, a disputa territorial de facções, dentre outros aspectos, o que dificulta o combate da violência por parte da comunidade escolar.
Palavras – chave: Escola. Violência. Estatuto da Criança e do Adolescente.

VOL 01 – N 09

O presente artigo objetiva tecer reflexões sob à luz da rediscussão da realidade de alunos do 3º ano do Ensino Fundamental quanto à indisciplina e sobre os problemas causados nas séries iniciais. Assume como objetivos específicos: a) conceituar disciplina e indisciplina escolar, apresentando conceitos e considerações relevantes sobre o tema; b) refletir sobre o processo de disciplinarização no contexto escolar, apresentando a realidade da escola diante das atitudes indisciplinares dos alunos; c) investigar como os professores compreendem a realidade da indisciplina cometida por alunos do 3º. ano do Ensino Fundamental, coletando informações dos próprios professores acerca dos atos de indisciplina cometidos pelos alunos. A justificativa para a escolha do tema pauta-se, inicialmente, pelo conhecimento dessa realidade e pela necessidade constante de estudos e análises acerca das posturas indisciplinares dos alunos desde o início de sua trajetória educacional. Nesse sentido é preciso que a escola, na pessoa de seus segmentos escolares, reflita sobre a realidade do aluno e de sua predisposição em aprender. O tema indisciplina é muito complexo, pois existem múltiplas causas, uma vez que articula várias dimensões. Além disso, assume formas diferentes em nossa sociedade atual, formas que não existiam em sociedades de tempos passados. Por muito tempo os pais levavam seus filhos à escola, as mães cuidavam das tarefas de casa dos seus filhos, ajudando-os nos deveres, e eles eram submissos aos pais e aos professores. Esse modelo de contexto familiar pode caracterizar um elemento que o aluno não compreende e a escola é o local em que o aluno apresenta sua inconformidade com o modelo familiar do qual faz parte. Diante desta problemática, surge a pergunta: o que pode causar a indisciplina na sala de aula? Para resonder a essa ergunta buscou-auxilio nos seguintes teóricos: Aquino (2001); Antunes (2005); Tiba (2006); Foucault (2007) e Vasconcellos (2009) entre outros. Investigando a temática mais articularmente fez-se uso do objeto de esquisa, xxxxescola ública da cidade de Fortalezam Ceará, Brasil foi rea mesma forma, pela pesquisa de campo, com a entrevista a 10 professores, foi possível reconhecer a temática, consolidando as informações obtidas pelos autores. Assim, sempre estudos de natureza exploratória para com o tema da indisciplina escolar devem ser mantidos, no sentido de que, sempre que for preciso uma
intervenção para melhoria do clima escolar, a escola tenha isso efetivamente realizado, a partir de uma reflexão prévia sobre suas ações e tomadas de decisão de minimização e erradicação da indisciplina escolar.
Palavras-chave: Indisciplina. Aluno. Ensino Fundamental. Disciplina.
1Professora da rede de ensino público do Estado do Ceará. Mestra em Ciências da Educação pela UNADES, PY.

VOL 01 – Nº 09

A presente pesquisa teve o propósito de compreender, analisar e discutir sobre a formação do professor na inclusão de aluno com Deficiencia Intelectual, na perspectiva de uma escola pública de Fortaleza Ceará, no formato de estudo de caso. Nesse sentido, entendeu-se que, no contexto Educacional, onde se faz necessário não apenas inserir o aluno na escola, deve-se propiciar meios que garantam a permanência do aluno de forma autônoma, com vistas à aquisição de sua aprendizagem e formação. Partindo deste princípio, objetivou-se descrever um estudo desenvolvido com alunos com deficiência Intelectual, matriculados na Escola Municipal Monsenhor Linhares, localizada na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. O tema abordou a formação de professores, como ferramenta necessária e importante, com base no estudo de caso de um aluno, tendo a meta de ultrapassar barreiras impostas que são impeditivas do aluno de participar autonomamente de atividades no cotidiano escolar. Para esse estudo, foi realizada uma entrevista semiestruturada com professores, gestores e pais de alunos. Autores como Pessotti (2012); Melo e Silva, (2016); Gauderer, (2012); Gómez e Terán (2014); Minayo (2012); Gil (2012); Rampazzo, (2014); Yin (2015); Markoni e Lakatos (2014), dentre outros foram base teórica relevante para o desenvolvimento desse trabalho. O maior foco foi o AEE (Atendimento Educacional Especializado) da escola, envolvendo pais de alunos; alunos portadores de deficiência, professores e gestores. Os resultados encontrados foram diversos diante das análises, sendo analisados e discutidos à luz do referencial teórico. Como resultados, os entrevistados sugeriram um maior preparo nas formações continuadas para educar melhor com qualidade no ensino de forma inclusiva; sala de aula com menor número de alunos para que tenha um atendimento com qualidade. Finalmente, o presente estudo considerou a relevante importância de uma inclusão mais eficaz e a necessidade de formação continuada para os professores a fim de melhor atuar, visando às peculiaridades dos alunos com deficiência e seu envolvimento participativo na sala de aula regular com todos.
Palavras-chave: Professor. Formação continuada. AEE. Aluno com deficiência