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A SEGURANÇA DO PACIENTE COM FOCO NA ELABORAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO DE PACIENTES EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE FORTALEZA/CE NA PERSPECTIVA DOS ENFERMEIROS OBSTETRAS
Sandra Costa Lima Borges1
RESUMO
A identificação do paciente tem como função reduzir a ocorrência de incidentes. O enfermeiro é o profissional que permanece a maior parte do tempo em contato com o paciente na unidade hospitalar; é um dos principais profissionais engajados no gerenciamento de riscos podendo ser a “chave” que abre portas para garantir um atendimento com maior qualidade e segurança. O processo de identificação do paciente deve assegurar que o cuidado seja prestado à pessoa para a qual se destina. Consensos e relatórios de especialistas indicam reduções significativas na ocorrência de erros após a implantação de processos de identificação do paciente. A presente pesquisa teve como objetivo geral elaborar um instrumento de segurança do paciente com foco na identificação de pacientes em um hospital público de Fortaleza/CE na perspectiva dos enfermeiros obstetras. O estudo teve como cenário para obtenção dos dados uma instituição de saúde, hospital geral de Fortaleza da rede pública de nível terciário situado na cidade de Fortaleza-CE Brasil. Tratou-se de um estudo qualitativo e descritivo. Fizeram parte da pesquisa enfermeiras obstetras do Hospital Geral de Fortaleza, teve como critério de inclusão enfermeiras que trabalhavam há mais de um ano na instituição. Os dados foram coletados utilizando roteiro semiestruturado contendo questões norteadoras, abertas e fechadas. A análise dos dados se fez após a leitura e transcrição detalhada das respostas das entrevistadas, organizando-os em categorias empíricas e fundamentados na literatura relacionada. Respeitando todos os aspectos éticos conforme a resolução 466/12. A presente pesquisa aponta a partir do processo investigativo, reflexões sobre a importância da identificação de pacientes como uma das formas de garantir a segurança das mesmas. Observou-se que a identificação de pacientes está em todos os momentos de sua permanência na unidade hospitalar, desde o momento inicial de admissão até a alta. A identificação de pacientes é um instrumento de humanização, pois ao tratar cada paciente pelo nome cria um elo de aproximação, um vínculo entre o profissional e o paciente. A identificação do paciente é uma ferramenta que proporciona a segurança do mesmo. Pois, facilita para que o procedimento correto seja realizado no paciente para o qual se destina. Conclui-se então, que a elaboração e utilização do referido instrumento facilita ao enfermeiro seguir o processo de identificação de pacientes, protocolando cada etapa da identificação a fim de que o mesmo tenha uma função recordatória de checagem e conferencia do processo.
Palavras chave: Enfermeira; Identificação; Pacientes; Segurança.
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1Doutora em Saúde Pública. Universidad de la Integracion de las Americas (UNIDA), Assunção/PY.
A SEGURANÇA DO PACIENTE COM FOCO NA ELABORAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO DE PACIENTES EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE FORTALEZA-CE NA PERSPECTIVA DOS ENFERMEIROS OBSTETRAS
PERCEPÇÕES E OPINIÕES SOBRE O USO DA LUDICIDADE NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NO CEI – CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL ESTEVAM DE ALENCAR GUERRA, ITATIRA, CEARÁ, BRASIL
Reginalda Alencar Cunha1
RESUMO
De acordo com o Centro de Educação Infantil Estevam de Alencar Guerra, localizado no sertão central do estado do Ceará, no município de Itatira, há no ambiente da escola um modo adequado e acolhedor para atendimento de bebes e crianças, como forma de garantir os direitos de aprendizagem de um modo inclusive social. De acordo com o Projeto Político Pedagógico (PPP) da referida escola, o Acesso e Permanência, são direitos concedidos as crianças desde o primeiro ano de vida onde a escola promove ativamente a inclusão de crianças com deficiências e subsidia importantes habilidades para as situações de vulnerabilidade, como o caso de abuso. Tudo isso trabalhado com ludicidade e afetividade. Para entender melhor esse processo, o presente trabalho enveredou por uma pesquisa sobre a influência da ludicidade no desenvolvimento cognitivo e social da criança e na forma de pesquisa, buscou saber como as professoras do CEI Estevam de Alencar Guerra têm trabalhado “o brincar”. Os seguintes questionamentos foram lançados, entre outros: quais as opiniões e percepções dos sujeitos educadores sobe o brincar no contexto da educação infantil? O CEI tem trabalhado “o brincar” de forma eficaz e afetiva no processo de desenvolvimento das suas crianças? Você concorda que a ludicidade é um meio facilitador do processo de aprendizagem da criança? Para alcançar respostas a esses questionamentos, uma revisão teórica sobre o lúdico, a ludicidade e o brincar na educação foi realizada. No que se refere ao brincar, estudou-se entre outros importantes pesquisadores, Tizuko M. Kishimoto, com a afirmativa de que o jogo pode aproximar a criança do conhecimento científico, de modo que ela pode trabalhar por meios do jogo situações problemas, experimentando na busca de soluções um trabalho que exercita a imitação da vida real. Para a coleta de dados utilizou-se um questionário misto, com questionamentos subjetivos e outros objetivos. Os dados foram tratados estatisticamente e as subjetividades foram analisados tendo como base a Análise de Conteúdo de Bardin. As respostas das professoras entrevistadas relevaram que, para essas educadoras, a ludicidade é um meio facilitador do processo de aprendizagem da criança; as ações lúdicas são importantes meios de auxiliar a criança a ter maior visibilidade da sociedade frente à possíveis abusos e danos que ela possa a vir sofrer no meio em que convive; sim, há parceria entre os pais das crianças e os atores que representam o CEI Estevão de Alencar Guerra no contexto dos trabalhos lúdicos desenvolvidos e vivenciados pelas crianças no ensino infantil. Finalmente, as professoras afirmaram que a escola desenvolve um trabalho eficaz e inteligente no que diz respeito ao uso da ludicidade para a melhor qualidade de vida das crianças e contam com o auxílio significativo das suas famílias cuidadoras.
Palavras-chave: Educação Infantil. CEI Estevam de Alencar Guerra. Ludicidade, Criança. Brincar. Vulnerabilidade.
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1 Mestra em Ciências da Educação pela UNADES/PY.
PERCEPÇÕES E OPINIÕES SOBRE O USO DA LUDICIDADE NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NO CEI – CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL ESTEVAM DE ALENCAR GUERRA, ITATIRA, CEARÁ, BRASIL
UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS NO PROCESSO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA EM ESCOLA PÚBLICA DO SERTÃO DO CEARÁ, BRASIL
José Adson Viana Nunes1
RESUMO
Conhecer uma língua estrangeira que seja bastante falada no mundo, como é o caso da língua inglesa, permite trocas de conhecimento e oportunidades para jovens estudantes. Ao ensinar uma língua estrangeira deve-se priorizar a comunicação eficaz e promover “reflexão” e “crítica” ao se estabelecer correlações entre falar, escrever e entender uma língua estrangeira. Mas, aprender uma língua estrangeira é algo de grande dificuldade, fundamentalmente se a escola não tem meios como um laboratório de inglês desenhado para a “conversação”. Isso se torna mais agudo quando se trata de aprender inglês em uma escola pública. Nesse sentido, entende-se que a educação em inglês é fundamental para o desenvolvimento profissional e pessoal dos sujeitos, mas, no contexto brasileiro, a escola pública vem continuamente enfrentando muitos problemas para que se oferte uma educação que contemple o ensino de qualidade da língua inglês. É sabido que, para o aluno ter o domínio da língua inglesa se faz necessário que ele dominar as habilidades “escrever”, “ler” e “falar” em inglês, de acordo com as diretrizes curriculares do ensino de Língua Estrangeira no Brasil. Nesse sentido, o professor deve criar inúmeras estratégias didáticas para auxiliar o estudante a realizar as atividades de leitura, análise e até mesmo compreensão textual em língua inglesa. Metodologias ativas são uma incubadora de inteligentes meios de ensinar inglês, com uso de jogos, confecção de jornais, dicionários, aulas de campos e outras formas que vão de encontro ao ensino ortodoxo que faz uso somente do livro didático. No presente trabalho, foram apresentadas metodologias interessantes para ensinar e aprender inglês. A partir dessas premissas, uma amostra de estudantes de escola pública do sertão do Ceará, da cidade de Itatira, fusionou a elaboração de um dicionário com o elemento “estrangeirismo”, confeccionando um produto didático denominado “Dicionário de estrangeirismo”, o qual está apresentado no presente trabalho. Além disso, esses estudantes do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental II opinaram sobre a importância do ensino e aprendizagem de uma segunda língua, o inglês, discutindo suas dificuldades principais como ler, escrever e falar em inglês. Os dados revelaram que todos os estudantes consideram falar uma segunda língua muito importante para sua formação pessoal e profissional, mas, para falar uma língua estrangeira encontram muitas barreiras. Nesse contexto, os alunos discutiram que a escola precisa oferecer meios didáticos e estruturais para que a educação voltada para o ensino de uma língua estrangeira seja melhorada e alcance os objetivos traçados pelos Parâmetros Nacionais Curriculares, que incubam objetivos e habilidades em função do aprendizado de uma língua estrangeira no Brasil.
Palavras-chave: Ensino. Aprendizagem. Ensino Fundamental II. Língua Inglesa. Metodologias Ativas.
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1Mestre em Ciências da Educação pela UNADES/PY
UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS NO PROCESSO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA EM ESCOLA PÚBLICA DO SERTÃO DO CEARÁ