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UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS NO PROCESSO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA EM ESCOLA PÚBLICA DO SERTÃO DO CEARÁ, BRASIL
José Adson Viana Nunes1
RESUMO
Conhecer uma língua estrangeira que seja bastante falada no mundo, como é o caso da língua inglesa, permite trocas de conhecimento e oportunidades para jovens estudantes. Ao ensinar uma língua estrangeira deve-se priorizar a comunicação eficaz e promover “reflexão” e “crítica” ao se estabelecer correlações entre falar, escrever e entender uma língua estrangeira. Mas, aprender uma língua estrangeira é algo de grande dificuldade, fundamentalmente se a escola não tem meios como um laboratório de inglês desenhado para a “conversação”. Isso se torna mais agudo quando se trata de aprender inglês em uma escola pública. Nesse sentido, entende-se que a educação em inglês é fundamental para o desenvolvimento profissional e pessoal dos sujeitos, mas, no contexto brasileiro, a escola pública vem continuamente enfrentando muitos problemas para que se oferte uma educação que contemple o ensino de qualidade da língua inglês. É sabido que, para o aluno ter o domínio da língua inglesa se faz necessário que ele dominar as habilidades “escrever”, “ler” e “falar” em inglês, de acordo com as diretrizes curriculares do ensino de Língua Estrangeira no Brasil. Nesse sentido, o professor deve criar inúmeras estratégias didáticas para auxiliar o estudante a realizar as atividades de leitura, análise e até mesmo compreensão textual em língua inglesa. Metodologias ativas são uma incubadora de inteligentes meios de ensinar inglês, com uso de jogos, confecção de jornais, dicionários, aulas de campos e outras formas que vão de encontro ao ensino ortodoxo que faz uso somente do livro didático. No presente trabalho, foram apresentadas metodologias interessantes para ensinar e aprender inglês. A partir dessas premissas, uma amostra de estudantes de escola pública do sertão do Ceará, da cidade de Itatira, fusionou a elaboração de um dicionário com o elemento “estrangeirismo”, confeccionando um produto didático denominado “Dicionário de estrangeirismo”, o qual está apresentado no presente trabalho. Além disso, esses estudantes do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental II opinaram sobre a importância do ensino e aprendizagem de uma segunda língua, o inglês, discutindo suas dificuldades principais como ler, escrever e falar em inglês. Os dados revelaram que todos os estudantes consideram falar uma segunda língua muito importante para sua formação pessoal e profissional, mas, para falar uma língua estrangeira encontram muitas barreiras. Nesse contexto, os alunos discutiram que a escola precisa oferecer meios didáticos e estruturais para que a educação voltada para o ensino de uma língua estrangeira seja melhorada e alcance os objetivos traçados pelos Parâmetros Nacionais Curriculares, que incubam objetivos e habilidades em função do aprendizado de uma língua estrangeira no Brasil.
Palavras-chave: Ensino. Aprendizagem. Ensino Fundamental II. Língua Inglesa. Metodologias Ativas.
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1Mestre em Ciências da Educação pela UNADES/PY
UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS NO PROCESSO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA EM ESCOLA PÚBLICA DO SERTÃO DO CEARÁ
O PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA AUTISTA NA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE TAUÁ – CEARÁ.
Edgleusson Coelho Noronha1
RESUMO
O presente estudo aborda a inclusão escolar de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na educação no município de Tauá-Ceará. A pesquisa parte da análise de dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam um aumento significativo nos casos diagnosticados de autismo no país, o que acentua a demanda por profissionais qualificados e por políticas públicas efetivas. São discutidas as principais barreiras, como a carência de recursos pedagógicos adaptados, a ausência de formação continuada para docentes e a falta de equipes multidisciplinares nas escolas. O objetivo geral desse trabalho consistiu em desenvolver uma análise da importância e dos desafios da inclusão escolar de crianças com Transtorno do Espectro Autista, destacando estratégias pedagógicas e ações que favoreçam sua participação e aprendizagem. A presente pesquisa é de cunho bibliográfico, com abordagem qualitativa, tendo sido tecidas discussões sobre a aplicação prática da inclusão da criança autista na rede de ensino público. A partir do presente estudo, considera-se crucial que as escolas invistam em capacitações, recursos e suporte técnico para que a inclusão desses alunos seja efetiva e significativa, respeitando suas especificidades e garantindo uma educação de qualidade. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende de um compromisso coletivo, ancorado em investimentos estruturais e humanos, de forma a assegurar a equidade e a justiça social no contexto educacional brasileiro.
Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista. Inclusão Escolar. Políticas Públicas.
O PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA AUTISTA NA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE TAUÁ – CEARÁ.
A INVISIBILIDADE AFRICANA NA SALA DE AULA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA
Ariane Chagas Moraes Sampaio1
RESUMO
A invisibilidade africana na sala de aula representa um desafio significativo para a construção de uma educação antirracista no Brasil. Apesar dos avanços promovidos pela Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas, ainda há lacunas na implementação efetiva dessa diretriz. O currículo tradicional, majoritariamente eurocêntrico, contribui para a marginalização da história e das contribuições dos povos africanos, perpetuando a desvalorização da identidade negra no ambiente escolar. Nesse sentido, o presente estudo buscou compreender como a invisibilidade africana se manifesta no cotidiano escolar, analisando as práticas pedagógicas, a formação docente e o material didático utilizado no ensino básico. Além disso, investiga as consequências dessa omissão na construção identitária dos estudantes negros e na perpetuação do racismo estrutural. A ausência de referências africanas e afro-brasileiras nos conteúdos escolares reforça estereótipos e impede que os alunos compreendam a riqueza e diversidade das culturas africanas e sua influência na formação da sociedade brasileira. Dessa forma, propõe-se a necessidade de estratégias pedagógicas que valorizem a história e cultura africana, promovendo o protagonismo negro no ambiente escolar. A adoção de materiais didáticos mais inclusivos, a formação continuada de professores e o incentivo a práticas interdisciplinares são medidas essenciais para superar esse apagamento histórico. A pesquisa também dialoga com os princípios da educação antirracista, apontando caminhos para tornar a sala de aula um espaço de reconhecimento e valorização da diversidade cultural. Conclui-se que a superação da invisibilidade africana na escola é um passo fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde todas as identidades sejam respeitadas e reconhecidas. Somente por meio de uma educação comprometida com a diversidade e a equidade será possível romper com o ciclo de exclusão e promover um ensino mais representativo e democrático.
Palavras-chave: Invisibilidade africana. Educação antirracista. Currículo escolar. Formação docente.
A INVISIBILIDADE AFRICANA NA SALA DE AULA DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA