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DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA A MELHORIA DO DESEMPENHO DE ALUNOS DO 2° ANO NO SPAECE
Sheila Maria de Brito Abreu Martins 1
RESUMO
O desempenho dos alunos do 2º ano do ensino fundamental em avaliações externas, como o SPAECE (Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará), é um indicador crucial para o monitoramento da qualidade da educação básica e o desenvolvimento de políticas públicas educacionais. Este estudo analisa os desafios enfrentados e as estratégias necessárias para melhorar o desempenho dos alunos, com foco nos aspectos pedagógicos, sociais e estruturais que impactam o ensino e a aprendizagem A pesquisa aborda o papel das práticas pedagógicas no desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita, fundamentais para a alfabetização e para os resultados das avaliações. Fatores externos, como envolvimento familiar, formação docente e condições socioeconômicas, também são explorados por sua influência direta no desempenho dos estudantes. O planejamento pedagógico alinhado às diretrizes do SPAECE é destacado como estratégia central para atender às necessidades específicas Com base em revisão bibliográfica e análise de dados secundários dos relatórios do SPAECE, o estudo sugere disciplinas como metodologias activas, reforço escolar dirigido, formação continuada de professores e parcerias entre escola e família. Conclui-se que a melhoria do desempenho nas avaliações externas depende de uma abordagem integrada, contemplando aspectos técnicos, pedagógicos, sociais e emocionais. O fortalecimento da alfabetização na idade certa, aliado ao apoio sistemático aos professores e à colaboração entre agentes da comunidade escolar, é fundamental para promover a qualidade da educação e reduzir a desigualdade.
Palavras-chave: Avaliação Externa. Alfabetização. Ensino Fundamental. Estratégias Pedagógicas. Desempenho Escolar.
DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA A MELHORIA DO DESEMPENHO DE ALUNOS DO 2° ANO NO SPAECE
ESTRATÉGIAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA INCENTIVAR A LEITURA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Este estudo aborda as estratégias de contação de histórias como recurso essencial para incentivar a leitura nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A leitura, fundamental para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças, enfrenta desafios como o desinteresse e as dificuldades de muitos alunos, prejudicando sua formação integral. Nesse cenário, a contação de histórias desponta como prática pedagógica eficaz para despertar o prazer pela leitura. A pesquisa tem como objetivo investigar como essa estratégia pode ser aplicada em sala de aula. Para isso, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre leitura, literatura infantil e práticas de contação de histórias, destacando a narrativa oral como ferramenta para transmitir conhecimentos e criar conexões emocionais com os alunos. A literatura revisada aponta que técnicas como dramatização, uso de fantoches e participação ativa dos alunos aumentam o interesse e a interação nas atividades de leitura, promovendo habilidades linguísticas, como vocabulário, compreensão e expressão oral. Os resultados revelam que a contação de histórias enriquece a experiência de leitura, fortalece vínculos entre alunos e professores e estimula reflexões sobre experiências e emoções, formando leitores críticos e autônomos. Contudo, desafios como falta de formação docente e recursos didáticos foram identificados. Assim, a pesquisa sugere formações continuadas e a ampliação de acervos escolares. Em síntese, a contação de histórias deve ser priorizada nas escolas para cultivar o hábito da leitura e enriquecer a aprendizagem desde os primeiros anos.
Palavras-Chave: Anos Iniciais. Leitura. Estratégias. Contação de histórias. Práticas pedagógicas.
ESTRATÉGIAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA INCENTIVAR A LEITURA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
MOVIMENTO E INCLUSÃO: O PAPEL DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA INTEGRAÇÃO DE ALUNOS COM TEA NO FUNDAMENTAL
RESUMO
Este estudo investigou as percepções, práticas e desafios enfrentados por professores de Educação Física na inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em escolas públicas municipais de Caucaia, Ceará. A pesquisa combinou revisão bibliográfica e pesquisa de campo com 28 professores, utilizando questionários estruturados para abordar formação docente, estratégias pedagógicas, infraestrutura e políticas públicas inclusivas. Os resultados revelaram que, embora a maioria dos professores tenha formação em licenciatura, 67,9% não receberam capacitação específica sobre TEA, dificultando práticas inclusivas eficazes. Estratégias como adaptações de regras, recursos visuais e trabalho em grupo são empregadas, promovendo socialização (85,7%), desenvolvimento motor (67,9%) e confiança (64,3%) dos alunos. Contudo, desafios como formação insuficiente (67,9%), infraestrutura inadequada (60,7%) e resistência de colegas (35,7%) foram relatados. Além disso, 67,9% apontaram limitada participação familiar no processo de inclusão. Os professores destacaram a necessidade de formação continuada (85,7%), materiais adaptados (67,9%) e parcerias com profissionais da saúde (67,9%) para aprimorar a inclusão. Avaliações das políticas públicas indicaram pouca eficiência (67,9%), ressaltando a necessidade de maior investimento em infraestrutura e suporte pedagógico. Conclui-se que, apesar de avanços, barreiras significativas ainda limitam a inclusão de alunos com TEA. O estudo reforça a importância de formação docente contínua, apoio institucional e participação comunitária para garantir uma educação inclusiva de qualidade, oferecendo subsídios valiosos para práticas mais equitativas e acessíveis.
Palavras-chave: Educação Inclusiva. Transtorno do Espectro Autista. Educação Física. Formação Docente. Políticas Públicas.
MOVIMENTO E INCLUSÃO O PAPEL DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA INTEGRAÇÃO DE ALUNOS COM TEA NO FUNDAMENTAL