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- O PAPEL DA AFETIVIDADE DOCENTE NA PROMOÇÃO DO ENGAJAMENTO E DA PARTICIPAÇÃO ATIVA DE ALUNOS DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM CONTEXTO DE INCLUSÃO EDUCACIONAL: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA MUNICIPAL ANTÔNIO CORREIA LIMA, EM FORTALEZA, CEA
- AÇÕES GOVERNAMENTAIS E OS OLHARES DA ESCOLA PARA O USO DO CELULAR CONECTADO POR CRIANÇAS E JOVENS ADOLESCENTES NO BRASIL
- A TECNODIALÉTICA EM PABLO ITURRIETA E SUAS IMPLICAÇÕES NO USO DO CELULAR CONECTADO POR CRIANÇAS E JOVENS ADOLESCENTES

O PAPEL DA AFETIVIDADE DOCENTE NA PROMOÇÃO DO ENGAJAMENTO E DA PARTICIPAÇÃO ATIVA DE ALUNOS DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM CONTEXTO DE INCLUSÃO EDUCACIONAL: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA MUNICIPAL ANTÔNIO CORREIA LIMA, EM FORTALEZA, CEA
O presente artigo apresenta um recorte do estudo sobre importância da afetividade docente na promoção do engajamento e da participação ativa de estudantes nos anos iniciais do ensino fundamental, especialmente em um contexto de inclusão educacional. O foco central é entender de que maneira a relação emocional entre o professor e os alunos influencia o nível de envolvimento e a participação deles nas atividades escolares. Foi adotada uma abordagem qualitativa, utilizando o método de estudo de caso na Escola Municipal Antônio Correia Lima, localizada em Fortaleza, Ceará. O embasamento teórico se concentra na Educação Inclusiva como um paradigma, além de explorar a Afetividade na Prática Docente, com base em autores como Wallon e Vygotsky. Para a coleta de dados, foram realizados com os professores questionários, com o objetivo de reunir informações relevantes sobre as práticas afetivas dos educadores e seu impacto no engajamento dos alunos. A análise e discussão dos resultados indicaram que relações emocionais saudáveis entre educadores e estudantes têm um papel fundamental na elevação da autoestima, motivação e vontade de aprender, com esse efeito sendo especialmente notável entre alunos com necessidades educacionais especiais. Contudo, o estudo também aponta para a falta de formação continuada dos professores em áreas como a afetividade, ressaltando a necessidade urgente de adotar práticas pedagógicas mais centradas no ser humano. Esta pesquisa destaca a importância da afetividade na educação, argumentando que não deve ser vista como um aspecto secundário, mas como um pilar fundamental do processo de ensino-aprendizagem. Essa questão é particularmente significativa em ambientes inclusivos, onde a apreciação da diversidade emocional dos alunos se torna ainda mais vital. Ao entender a afetividade como uma construção complexa que molda as experiências educativas, podemos avançar em direção a uma prática pedagógica que favoreça o desenvolvimento integral do ser humano em sua totalidade.
Palavras-chave: Afetividade Docente; Engajamento Escolar; Inclusão Educacional
O PAPEL DA AFETIVIDADE DOCENTE NA PROMOÇÃO DO ENGAJAMENTO E DA PARTICIPAÇÃO ATIVA DE ALUNOS DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM CONTEXTO DE INCLUSÃO EDUCACIONAL
AÇÕES GOVERNAMENTAIS E OS OLHARES DA ESCOLA PARA O USO DO CELULAR CONECTADO POR CRIANÇAS E JOVENS ADOLESCENTES NO BRASIL
Este artigo discute primariamente sobre investigações acerca dos impactos cognitivos, emocionais e de segurança, bem como as respostas legais e pedagógicas no Brasil. O estudo revisou informações que indicam evidencias de que o uso excessivo de telas compromete funções executivas, memória e atenção, além de estar associado ao aumento de ansiedade, depressão e cyberbullying. No Brasil, o arcabouço legal inclui a Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas; o ECA Digital (Lei nº 15.211/2025), que protege crianças no ambiente virtual; a LGPD, que exige consentimento parental para dados de menores; o Marco Civil da Internet; e a Lei nº 14.811/2024, que criminalizou o bullying e o cyberbullying. Os resultados da implementação são promissores, com ampla adesão das escolas e melhoras na concentração, socialização e redução da ansiedade, embora persistam desafios como resistência dos alunos e falta de infraestrutura. Nesse contexto, a escola assume papel central não apenas na aplicação da norma, mas na promoção da educação midiática e da formação crítica, enquanto a família é corresponsável pelo acompanhamento, consentimento e diálogo sobre o uso consciente das tecnologias. À luz da pedagogia de Paulo Freire, conclui-se que a mera imposição de regras, sem diálogo e problematização, corre o risco de reforçar práticas autoritárias e domesticadoras, sendo imperativo transformar a restrição legal em oportunidade pedagógica para o desenvolvimento da autonomia e da cidadania digital. Freire nos ensina que educar é um ato de libertação, e não de domesticação, o que implica integrar criticamente a tecnologia ao processo educativo, com escola e família atuando em parceria na formação de sujeitos capazes de usar o celular como ferramenta de emancipação, e não de aprisionamento.
Palavras-chave: Celular conectado. Crianças e adolescentes. Legislação brasileira. Escola. Família.
AÇÕES GOVERNAMENTAIS E OS OLHARES DA ESCOLA PARA O USO DO CELULAR CONECTADO EM SALA DE AULA (1)
A TECNODIALÉTICA EM PABLO ITURRIETA E SUAS IMPLICAÇÕES NO USO DO CELULAR CONECTADO POR CRIANÇAS E JOVENS ADOLESCENTES
Rosangela Souza de Melo1
RESUMO
A presente revisão fez uso das percepções do filósofo e sociólogo Pablo Iturrieta, por meio de estudo e recorte analítico da sua obra intitulada “Desligue o Celular e Ligue Seu Cérebro: Por uma Revolução da Atenção na Era Digital” o qual oferece um relevante arcabouço teórico para a compreensão do problema do uso do celular conectado sem orientação e regulação do uso por crianças e jovens adolescentes. Iturrieta argumenta que as tecnologias digitais não são meras ferramentas neutras, mas agentes reconfiguradores da ontologia do humano, operando uma “revolução antropológica silenciosa” que remodela desde as estruturas mais íntimas da cognição até as macroestruturas sociais. O referido autor chama a atenção para o fato de que a preferência por estímulos rápidos e superficiais causam danos no processo da leitura profunda e da reflexão e o comprometimento da memória pela sobrecarregada de multitarefa constante entre outros danos, apontando que família e escola têm que enfrentar a dependência dos jovens de dispositivos como extensões da própria cognição, com prejuízo da autonomia intelectual. O que está em jogo é a formação de sujeitos capazes de usar a tecnologia com consciência, autonomia e responsabilidade. É mister que se tenha um olhar bastante atencioso para os alertas que a ciência, estudiosos e representantes dos direitos humanos, fundamentalmente dos direitos da criança do adolescente vem fazendo nesses tempos de celular conectado as redes sociais, muitas destas promotoras de violência extrema. O uso desenfreado e sem supervisão do celula conectado é provavelmente um dos problemas mais contundentes e nocivos dessa geração.
Palavras-chave: Tecnologia. Celular. Iturrieta. Educação
ABSTRACT
This review draws upon the insights of philosopher and sociologist Pablo Iturrieta, specifically through an analysis of his work *Turn Off Your Cell Phone and Turn On Your Brain: For an Attention Revolution in the Digital Age*, which provides a significant theoretical framework for understanding the issue at hand. Iturrieta argues that digital technologies are not merely neutral tools but agents that reconfigure human ontology, driving a “silent anthropological revolution” that reshapes everything from the most intimate structures of cognition to social macro-structures. The author highlights how a preference for rapid, superficial stimuli impairs deep reading and reflection, while constant multitasking overloads memory; he further notes that families and schools must confront young people’s reliance on devices as extensions of their own cognition—a dependency that undermines intellectual autonomy. At stake is the development of individuals capable of using technology with awareness, autonomy, and responsibility. It is essential to pay close attention to the warnings raised by scientists, scholars, and human rights advocates—particularly regarding the rights of children and adolescents—in this era of mobile phones connected to social media platforms, many of which foster extreme violence. Unchecked and unsupervised smartphone use is arguably one of the most pressing and harmful issues facing this generation.
Keywords: Technology. Mobile phone. Iturrieta. Education.
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1Mestra em Ciências da Educação pela UNADES/PY
A TECNODIALÉTICA EM PABLO ITURRIETA E SUAS IMPLICAÇÕES NO USO DO CELULAR CONECTADO POR CRIANÇAS E JOVENS ADOLESCENTES