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- LÍNGUA DZUBUKUÁ: NOSSA HISTÓRIA, NOSSA LUTA E RESISTÊNCIA DZUBUKUÁ LANGUAGE: OUR HISTORY, OUR STRUGGLE AND RESISTANCE
- A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À EDUCAÇÃO COMO GARANTIDO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL
- PERCEPÇOES E OPINIÕES DE PROFESSORES DA REDE DE ENSINO PÚBLICO SOBRE A DINÂMICA E OS DESAFIOS EDUCACIONAIS NO CONTEXTO DA ZONA RURAL

LÍNGUA DZUBUKUÁ: NOSSA HISTÓRIA, NOSSA LUTA E RESISTÊNCIA DZUBUKUÁ LANGUAGE: OUR HISTORY, OUR STRUGGLE AND RESISTANCE
Faustino Antão da Silva1
Marta Verônica da Silva2
RESUMO
O presente trabalho foi elaborado com intuito de mostrar aos leitores um pouco da nossa historicidade enquanto povos ordinários, bem como falar do nosso pertencimento linguístico relacionado à língua Dzubukua, comunicar que nós, os Atikum, somos descendentes de um povo que, a partir do período colonial foi perseguido e obrigado a abandonar seus costumes. deixar seu local de origem e adentrar-se nas caatingas do sertão para sobreviver. Esse artigo trata da nossa memória histórica.
Palavras-chave: Os Atikum. A língua Dzubukua. Resistência. História.
ABSTRACT
This work was developed with the intention of showing readers a little of our history as ordinary people, as well as discussing our linguistic belonging related to the Dzubukua language, communicating that we, the Atikum, are descendants of a people who, from the colonial period onwards, were persecuted and forced to abandon their customs, leave their place of origin and venture into the caatinga of the sertão to survive. This article deals with our historical memory.
Keywords: The Atikum. The Dzubukua language. Resistance. History.
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1Graduado em licenciatura plena em história pelo Centro de ensino superior do vale do São Francisco 2005-2009( SESVASF). Professor multisseriado por três anos pelo município de Belém do São Francisco-PE 2004 a 2007. Professor do Ensino Fundamental pelo município de Salgueiro na Escola Quilombola Professor José Mendes em Conceição das Crioulas Salgueiro, PE -2007 a 2009. Professor multisseriado na Escola Estadual Indígena Santa Luzia de 2010 a 2012. Professor do Ensino Fundamental e médio na Escola Estadual Indígena José Pedro Pereira de 2013 a 2022. Atualmente professor de língua materna na Escola Estadual Indígena São Domingos Sávio-2024-2026. Mestrando em ciência da educação na Universidade Del sol de assunção (PY) UNADES.
LÍNGUA DZUBUKUÁ NOSSA HISTÓRIA, NOSSA LUTA
A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À EDUCAÇÃO COMO GARANTIDO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Rosangela Maria do Carmo Silva1; Francisca Maria da Costa Ferreira Cordeiro2; Francisco Ewerton Barros da Rocha3; Francisca Rosana Faustino Monteiro Ribeiro4 Livia Martins Silva5
RESUMO
Dentre as leis brasileiras que regulamentam a matéria sobre educação, estão a Constituição da República Federativa do Brasil de 19885, nos seus artigos 205 ao 214, e a Lei de Diretrizes e Base da Educação (Lei n. 9.394/1996)6. É sabido que o conhecimento não é só fundamental para o intelecto do ser humano, mas também o é para sua vida social, que perpassa pela preparação para o mercado de trabalho e também para o exercício da cidadania, pois, com a crescente globalização econômica, existe um mercado exigente, que cobra o saber como pré-requisito. De fato, a educação é primordial para o desenvolvimento e avanços em um país, por ser considerada como um investimento não só de particulares, mas do poder público, quando este criar novas escolas e as mantém, ao destinar-lhes os recursos resultantes de uma porcentagem da arrecadação de impostos. Os países desenvolvidos sabem que é preciso apostar em profissionais cada vez mais especializados e investir sempre mais na educação, caso contrário, correm o risco de ficar à margem. Num mundo onde a tecnologia e a ciência se desenvolvem a passos largos, é preciso estar sempre acompanhando essa evolução. Portanto, o presente estudo tem como escopo a análise dos artigos da CRFB/1988, referentes ao direito à educação e sua efetivação, tendo em vista as diferenças marcantes na paisagem territorial e na população do país. Além disso, pretende-se, neste estudo, expor que, no mundo globalizado, a educação é pilar de suma importância para o desenvolvimento da sociedade.
Palavras-chave: Educação. Políticas Públicas. Direito á Educação. CRFB/1988
A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À EDUCAÇÃO COMO GARANTIDO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL
PERCEPÇOES E OPINIÕES DE PROFESSORES DA REDE DE ENSINO PÚBLICO SOBRE A DINÂMICA E OS DESAFIOS EDUCACIONAIS NO CONTEXTO DA ZONA RURAL
Theresa Christine Filgueiras Russo Aragão1; Carlos Alberto Carneiro Cruz2; Antonio Edinaldo Ferreira da Silva3; Monica Maria Nunes4; Anderson Silva Oliveira5; Edilson da Costa6; Cícera Alves Nunes Lopes7; Roseneire Souza Lemos8; Francisco Elionardo Oliveira Soares9; Jorgelino Rocha Leão10; Ligia Maria Ferreira11; Francildo Galvão da Silva12; Edna Gonçalves Oliveira13; Ailton Barbosa de Santana14
RESUMO
Compreender a realidade escolar a partir da ótica desses docentes significa reconhecer a natureza situada e plural do conhecimento docente, um saber que se constitui na interface entre a formação acadêmica e a experiência prática, moldado pelas condições materiais e simbólicas do contexto rural do Ceará. Nesse sentido, o presente artigo comunica opiniões e percepções de uma amostra de professores lotados em escolas públicas do interior do estado do Ceará, incluindo a zona rural, contemplando desafios e dinâmicas no complexo manejo do processo de educar. A premissa é a importância da escuta das percepções e opiniões de professores que atuam em escolas públicas da zona rural cearense como um relevante marcador metodológico e político para a pesquisa educacional. Dificuldades como acesso à água potável, transporte escolar precário e evasão escolar foram discutidos. Além disso, os professores opinaram sobre o uso de políticas públicas desenhadas a partir de matrizes curriculares urbanas em escolas rurais, bem como a necessidade de incorporar saberes locais do sertão cearense, como o manejo da caatinga, plantas medicinais, cultura do vaqueiro, festas religiosas (como o pau da bandeira), artesanato em renda e couro, literatura de cordel, para que os alunos da zona rural se reconheçam como sujeitos de conhecimento e não apenas como consumidores de uma cultura que lhes é estranha. As falas dos professores revelaram ainda estratégias de articulação e diálogo com as famílias de modo a sensibilizá‑las sobre a importância da escola para seus filhos. Percepções e opiniões sobre modelos de formação continuada adequados ao professor da zona rural também foram discutidas. Conclui‑se que, dar voz aos professores cearenses lotados em escolas públicas nas áreas rurais consiste em um meio significativo de “leitura do mundo” que permite aos leitores conhecer a realidade laboral desses professores, fundamentalmente as condições para a efetividade do seu trabalho como educador e colaborador na formação de sujeitos críticos e transformadores, capazes de solucionar problemas.
Palavras‑chave: Escuta docente. Educação na zona rural cearense. Saberes locais. Formação continuada.
PERCEPÇOES E OPINIÕES DE PROFESSORES DA REDE DE ENSINO PÚBLICO SOBRE A DINÂMICA E OS DESAFIOS EDUCACIONAIS NO CONTEXTO DA ZONA RURAL