Artigos

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo principal analisar a importância de estimular os hábitos de higiene pessoal na Educação Infantil, compreendendo-os como práticas fundamentais para o desenvolvimento integral das crianças e para a promoção da saúde coletiva desde os primeiros anos de vida. A higiene pessoal, quando abordada de forma pedagógica e intencional, contribui para a formação de valores, responsabilidades e atitudes de autocuidado e respeito ao outro. A pesquisa fundamentou-se em uma revisão bibliográfica, com base em autores que abordam a infância, a educação para a saúde, os processos de ensino-aprendizagem e o papel da escola na formação de hábitos saudáveis. Foram discutidas práticas educativas que incentivam, de maneira lúdica e contínua, o desenvolvimento de comportamentos de higiene como o lavar das mãos, o cuidado com a higiene bucal, a importância do banho, a limpeza das unhas e o uso adequado dos sanitários. Além disso, são apresentados os desafios enfrentados pelos professores na abordagem desses temas no cotidiano escolar, considerando as diferenças socioculturais e a necessidade de envolvimento da família como parceira nesse processo formativo. A Educação Infantil é entendida como espaço privilegiado para a construção de conhecimentos significativos e para a internalização de hábitos que perduram ao longo da vida. Portanto, o trabalho destaca que investir na formação higiênica das crianças é investir na prevenção de doenças, na promoção da saúde e na construção de uma sociedade mais consciente e saudável. Conclui-se que, ao estimular os hábitos de higiene pessoal de forma contínua, contextualizada e afetuosa, os educadores colaboram não apenas com o bem-estar físico das crianças, mas também com o fortalecimento da autonomia e da cidadania desde a infância.

Palavras-chave: Educação Infantil; Higiene pessoal; Autocuidado; Formação de hábitos; Saúde escolar; Práticas pedagógicas; Prevenção.

HIGIENE PESSOAL COMO PRÁTICA EDUCATIVA ESTRATÉGIAS E IMPACTOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Aurelina Marion Alves de Lima1

RESUMO

Este estudo investigou os desafios e as potencialidades do ensino de Matemática na Educação de Jovens e Adultos (EJA), tomando como cenário o CEJA Professor Moreira Campos, em Fortaleza, Ceará, Brasil. A pesquisa, de natureza qualitativa, descritiva e interpretativa, evidenciou obstáculos como lacunas em conteúdos básicos, dificuldades de compreensão, limitações no uso de tecnologias e fatores relacionados à motivação e ao aspecto emocional dos estudantes. Em contrapartida, foram observadas estratégias pedagógicas que favorecem a aprendizagem, tais como o ensino contextualizado, oficinas de reforço, metodologias participativas e a valorização dos saberes prévios, que ampliam a autonomia e o engajamento discente. Os resultados indicam a relevância de práticas flexíveis e inclusivas, capazes de articular experiências de vida com o currículo escolar, fortalecendo a permanência, o desempenho acadêmico e a inclusão social. Ressalta-se, ainda, a importância de políticas educacionais que assegurem acompanhamento individualizado e promovam o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais no âmbito da EJA.

Palavras-chave: Educação de Jovens e Adultos; Ensino de Matemática; Estratégias pedagógicas.

DESAFIOS E POTENCIALIDADES DOS ESTUDANTES DA EJA EM MATEMÁTICA NO CEJA PROFESSOR MOREIRA CAMPOS, FORTALEZA-CEARÁ

Célia da Silva Alves1

RESUMO

O presente artigo teve como objetivo central analisar os fatores que interferem na prática avaliativa do professor e os efeitos que tem provocado na aprendizagem do educando, tentando “desocultar” professores com pensamentos diagnósticos, mas com práticas classificatórias. A avaliação foi enfocada neste trabalho como processo reflexivo, interativo, possibilitando ao educando intervir também nesse processo de aprendizagem. Nessa perspectiva, tomou-se como base a pesquisa bibliográfica fundamentada nos estudos desenvolvidos por autores como Cipriano Luckesi, Jussara Hoffmann, Celso Vasconcellos, dentre outros. No estudo empírico recorreu-se a observações, entrevistas e questionários aplicados a uma escola pública com o grupo gestor, professores e alunos. Concluiu-se, após a análise da pesquisa, que os professores ainda estão presos a mitos das condições ideais para fazer a mudança da prática da avaliação classificatória para uma prática diagnóstica.

Palavras-chave: Avaliação. Ensino aprendizagem. Prática avaliativa.

A PRÁTICA DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM_ CLASSIFICATÓRIA OU DIAGNÓSTICA_ (1)