Walderlânia Colares Botêlho1

RESUMO

A presente pesquisa tem como objetivo analisar os processos e desafios da inclusão escolar nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com foco nas práticas pedagógicas e nas condições institucionais que possibilitam a efetivação de uma educação verdadeiramente inclusiva. A pesquisa parte do pressuposto de que a inclusão não se limita à matrícula de estudantes com deficiência ou necessidades educacionais específicas, mas exige um conjunto articulado de ações pedagógicas, políticas e sociais que promovam a equidade e o respeito à diversidade no ambiente escolar. Com base em uma abordagem qualitativa, o estudo fundamenta-se em referenciais teóricos que discutem a inclusão educacional, a formação docente, a pedagogia diferenciada e os direitos das crianças, tais como Mantoan, Glat, Aranha, entre outros. A análise destaca que, apesar dos avanços legais e das políticas públicas voltadas à inclusão, ainda existem muitos obstáculos na prática cotidiana das escolas, como a falta de formação continuada dos professores, a escassez de recursos pedagógicos adaptados e o preconceito social que ainda persiste. O estudo também aponta a importância do trabalho colaborativo entre educadores, equipe gestora, famílias e profissionais de apoio, além da necessidade de se construir uma cultura escolar baseada no acolhimento, na empatia e na valorização das diferenças. Nesse sentido, a inclusão deve ser compreendida como um processo contínuo de transformação das práticas escolares, que respeite o tempo e as potencialidades de cada criança, garantindo seu desenvolvimento integral e sua participação plena no processo educativo. Conclui-se que os anos iniciais do Ensino Fundamental representam uma etapa crucial para consolidar uma educação inclusiva, sendo necessário fortalecer políticas públicas, investir na formação docente e promover uma mudança de paradigma no cotidiano das escolas.

Palavras-chave: inclusão. ensino fundamental. anos iniciais. práticas pedagógicas. equidade. formação docente. diversidade.

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL CAMINHOS, DESAFIOS E POSSIBILIDADES

Marcos Antonio Bezerra Costa1

RESUMO

Esse artigo bibliográfico, produzido a luz de correntes de pensadores multifacetados como: Libâneo (2007) Libânio, Oliveira e Toschi (2012), Lück (2007), Paro (2008; 2010; 2016) e Vasconcellos (2009), busca como objetivo central, contribuir para o estudo da gestão escolar para resultados. A pesquisa permitiu a percepção de que administração escolar para resultados e gestão escolar para resultados são termos distintos, sendo gestão escolar para resultados mais adequado quando se associa à escola. Observou-se ainda que a existência da gestão democrática para resultados tem como princípio a participação ativa de todos os segmentos da comunidade escolar, isso é basilar na garantia da qualidade para todos os estudantes e no alcance das metas planejadas. Conclui-se que a escola do século XXI que busque atingir objetivos traçados, exige uma dinâmica eclética, plural, com prática coerente e democrática, ou seja, uma gestão que se preocupe com outro, empática, que alcance uma escuta ativa e formadora, tudo isso a partir de diferentes pontos de vista. Para tanto, é necessário que velhos paradigmas sejam rompidos, a fim de permitir que novos olhares e conceitos sejam direcionados a gestão escolar.

Palavras-chave: Gestão Escolar para Resultados. Gestão Democrática. Revisão de Literatura. Qualidade da Escola.

GESTÃO ESCOLAR PARA RESULTADOS NO SÉCULO XXI REVISANDO CONCEITOS

Maria Cidiane Lourenço Lima1

RESUMO

A biblioteca escolar desempenha um papel fundamental no incentivo à leitura entre alunos do Ensino Fundamental, sendo um espaço vital para a formação de leitores críticos e competentes, podendo organizar atividades como contação de histórias, clubes de leitura e oficinas, que não apenas incentivam a leitura, mas também promovem o desenvolvimento de habilidades críticas e criativas. Neste contexto, as bibliotecas têm a missão de fomentar o hábito da leitura, oferecendo um ambiente acolhedor e estimulante que convida os alunos a explorar diferentes gêneros literários. A curadoria do acervo leva a reflitir sobre a diversidade e os interesses dos estudantes é essencial para cativar sua atenção e estimular o prazer pela leitura. A promoção de lançamentos literários e a parceria com editoras e autores também podem ser estratégias eficazes para engaja os alunos.  desempenha um papel central na promoção da leitura. Ele não apenas gerencia o acervo e organiza a biblioteca, mas também atua como mediador, incentivando os alunos a descobrirem novas leituras. Por meio de recomendações personalizadas e orientações sobre como escolher livros que correspondam aos interesses individuais, o bibliotecário pode despertar a curiosidade e o desejo de leitura nos estudantes. Além disso, o bibliotecário pode colaborar com professores para integrar a leitura em diferentes disciplinas, tornando-a uma prática cotidiana e significativa na vida escolar dos alunos. A utilização de tecnologias digitais também pode ser uma ferramenta poderosa no incentivo à leitura. Bibliotecas escolares que oferecem acesso a ebooks, audiobooks e plataformas de leitura online ampliam as possibilidades de leitura para os alunos, adaptando-se às novas formas de consumo de informação. Essa modernização pode atrair estudantes que, de outra forma, não se engajariam com a leitura tradicional. Em suma, a biblioteca  escolar é um espaço essencial no desenvolvimento do hábito da leitura entre os alunos do Ensino Fundamental. Através de um acervo diversificado, atividades estimulantes e a atuação proativa do bibliotecário, as bibliotecas podem fomentar o amor pela leitura, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e conscientes. Assim, a promoção da leitura deve ser vista como uma responsabilidade coletiva, envolvendo não apenas a escola, mas toda a comunidade educativa.

Palavras-Chave: Anos Iniciais. Leitura. Biblioteca Escolar. Ensino Fundamental.

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1Mestra em Ciências da Educação pela UNADES/PY

O PAPEL DA BIBLIOTECA ESCOLAR NO INCENTIVO À LEITURA ENTRE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Déborah Iara Azevedo Gomes1

RESUMO

A alfabetização é uma etapa fundamental no percurso educacional dos estudantes, pois garante o acesso ao universo da leitura, da escrita e da construção do conhecimento. No entanto, muitos alunos apresentam dificuldades nesse processo, o que demanda intervenções pedagógicas complementares. Nesse cenário, o reforço escolar realizado no contraturno surge como uma estratégia educativa de apoio, visando atender alunos que não alcançaram os objetivos esperados nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A partir dessa premissa o presente trabalho teve como objetivo cerne analisar de que forma o reforço escolar no contraturno pode contribuir para a superação das dificuldades de alfabetização, bem como identificar as estratégias pedagógicas utilizadas e os desafios enfrentados pelos professores nesse processo. A pesquisa partiu da constatação de que o tempo regular de aula nem sempre é suficiente para garantir a aprendizagem de todos os estudantes, sendo o contraturno uma oportunidade para promover práticas educativas diferenciadas e mais individualizadas. A abordagem metodológica adotada na pesquisa é qualitativa, consistindo o trabalho em uma revisão bibliográfica e análise de experiências práticas em contextos escolares que adotam o reforço no contraturno como recurso pedagógico. Pretendeu-se, com este estudo, refletir sobre os impactos dessa prática na aprendizagem dos alunos, especialmente no desenvolvimento da leitura e da escrita, e discutir como o contraturno pode ser planejado de forma intencional para promover uma alfabetização mais eficaz e inclusiva. Os resultados esperados incluem a valorização do contraturno como espaço pedagógico e a elaboração de propostas que possam orientar professores e gestores no desenvolvimento de práticas de reforço escolar mais assertivas. Este estudo visa, portanto, contribuir com o debate sobre a equidade educacional e a garantia do direito à alfabetização plena a todos os alunos.

Palavras-chave: Alfabetização. Reforço escolar. Contraturno. Ensino Fundamental. Dificuldades de aprendizagem. Inclusão escolar. Educação básica.

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1Mestra em Ciências da Educação pela UNADES/PY

CONTRATURNO COMO ALIADO ESTRATÉGIAS DE REFORÇO ESCOLAR PARA A ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Nilo Mariano Bezerra1

RESUMO

O presente artigo traz em seu escopo uma análise da relação entre ética e educação a partir de uma perspectiva histórico-filosófica, articulando fundamentos clássicos, como a ética grega de Sócrates, Platão e Aristóteles, com as formulações modernas de Rousseau e Kant, além de reflexões contemporâneas de autores como Bilbeny e Camps. A contextualização parte da compreensão crítica da escola enquanto espaço de reprodução social (Bourdieu, 2002; Apple, 1989), mas também de possibilidades de transformação. O objetivo geral consiste em discutir como a tradição ética, desde a Antiguidade até a atualidade, pode fundamentar práticas educativas voltadas à cidadania, à justiça e à autonomia. O texto é fruto de um recorte da pesquisa realizada para a dissertação de mestrado em Ciências da Educação, Unades/PY, intitulada “Ética na gestão escolar da escola de ensino fundamental”. Os resultados apontam que a ética deve ser entendida como dimensão indissociável da educação, orientando tanto o currículo quanto a prática docente, de forma a formar sujeitos críticos, conscientes e solidários.

Palavras-chave: Ética; Educação; Cidadania.

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1Mestrado em Ciências da Educação pela UNADES/PY

EDUCAÇÃO, ÉTICA E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL FUNDAMENTOS CLÁSSICOS E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS

Seminário ministrado no I Seminário Internacional de Ciências da Educação, num diálogo entre professores da cidade de Fortaleza, Ceará e o contexto acadêmico da pós-graduação stricto-sensu da Universidad Del Sol incubada pelo Educainter na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. O assunto aborda a importância dos jogos analógicos como meio lúdico da construção do conhecimento por meio da interação, competitividade, cooperação, dedução lógica, construção de soluções de um problema em todas as áreas, para estudantes do Ensino Básico da escola pública

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PELA UNADES EM FORTALEZA, CEARÁ, METODOLOGIA ATIVA, JOGOS ANALOGICOS DIDÁTICOS.

 

 

Sandra Costa Lima Borges1

RESUMO

A identificação do paciente tem como função reduzir a ocorrência de incidentes. O enfermeiro é o profissional que permanece a maior parte do tempo em contato com o paciente na unidade hospitalar; é um dos principais profissionais engajados no gerenciamento de riscos podendo ser a “chave” que abre portas para garantir um atendimento com maior qualidade e segurança. O processo de identificação do paciente deve assegurar que o cuidado seja prestado à pessoa para a qual se destina. Consensos e relatórios de especialistas indicam reduções significativas na ocorrência de erros após a implantação de processos de identificação do paciente. A presente pesquisa teve como objetivo geral elaborar um instrumento de segurança do paciente com foco na identificação de pacientes em um hospital público de Fortaleza/CE na perspectiva dos enfermeiros obstetras. O estudo teve como cenário para obtenção dos dados uma instituição de saúde, hospital geral de Fortaleza da rede pública de nível terciário situado na cidade de Fortaleza-CE Brasil. Tratou-se de um estudo qualitativo e descritivo. Fizeram parte da pesquisa enfermeiras obstetras do Hospital Geral de Fortaleza, teve como critério de inclusão enfermeiras que trabalhavam há mais de um ano na instituição. Os dados foram coletados utilizando roteiro semiestruturado contendo questões norteadoras, abertas e fechadas. A análise dos dados se fez após a leitura e transcrição detalhada das respostas das entrevistadas, organizando-os em categorias empíricas e fundamentados na literatura relacionada. Respeitando todos os aspectos éticos conforme a resolução 466/12. A presente pesquisa aponta a partir do processo investigativo, reflexões sobre a importância da identificação de pacientes como uma das formas de garantir a segurança das mesmas. Observou-se que a identificação de pacientes está em todos os momentos de sua permanência na unidade hospitalar, desde o momento inicial de admissão até a alta. A identificação de pacientes é um instrumento de humanização, pois ao tratar cada paciente pelo nome cria um elo de aproximação, um vínculo entre o profissional e o paciente. A identificação do paciente é uma ferramenta que proporciona a segurança do mesmo. Pois, facilita para que o procedimento correto seja realizado no paciente para o qual se destina. Conclui-se então, que a elaboração e utilização do referido instrumento facilita ao enfermeiro seguir o processo de identificação de pacientes, protocolando cada etapa da identificação a fim de que o mesmo tenha uma função recordatória de checagem e conferencia do processo.

Palavras chave: Enfermeira; Identificação; Pacientes; Segurança.

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1Doutora em Saúde Pública. Universidad de la Integracion de las Americas (UNIDA), Assunção/PY.

A SEGURANÇA DO PACIENTE COM FOCO NA ELABORAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO DE PACIENTES EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE FORTALEZA-CE NA PERSPECTIVA DOS ENFERMEIROS OBSTETRAS

Reginalda Alencar Cunha1

RESUMO

De acordo com o Centro de Educação Infantil Estevam de Alencar Guerra, localizado no sertão central do estado do Ceará, no município de Itatira, há no ambiente da escola um modo adequado e acolhedor para atendimento de bebes e crianças, como forma de garantir os direitos de aprendizagem de um modo inclusive social. De acordo com o Projeto Político Pedagógico (PPP) da referida escola, o Acesso e Permanência, são direitos concedidos as crianças desde o primeiro ano de vida onde a escola promove ativamente a inclusão de crianças com deficiências e subsidia importantes habilidades para as situações de vulnerabilidade, como o caso de abuso. Tudo isso trabalhado com ludicidade e afetividade. Para entender melhor esse processo, o presente trabalho enveredou por uma pesquisa sobre a influência da ludicidade no desenvolvimento cognitivo e social da criança e na forma de pesquisa, buscou saber como as professoras do CEI Estevam de Alencar Guerra têm trabalhado “o brincar”. Os seguintes questionamentos foram lançados, entre outros: quais as opiniões e percepções dos sujeitos educadores sobe o brincar no contexto da educação infantil? O CEI tem trabalhado “o brincar” de forma eficaz e afetiva no processo de desenvolvimento das suas crianças? Você concorda que a ludicidade é um meio facilitador do processo de aprendizagem da criança? Para alcançar respostas a esses questionamentos, uma revisão teórica sobre o lúdico, a ludicidade e o brincar na educação foi realizada. No que se refere ao brincar, estudou-se entre outros importantes pesquisadores, Tizuko M. Kishimoto, com a afirmativa de que o jogo pode aproximar a criança do conhecimento científico, de modo que ela pode trabalhar por meios do jogo situações problemas, experimentando na busca de soluções um trabalho que exercita a imitação da vida real. Para a coleta de dados utilizou-se um questionário misto, com questionamentos subjetivos e outros objetivos. Os dados foram tratados estatisticamente e as subjetividades foram analisados tendo como base a Análise de Conteúdo de Bardin. As respostas das professoras entrevistadas relevaram que, para essas educadoras, a ludicidade é um meio facilitador do processo de aprendizagem da criança; as ações lúdicas são importantes meios de auxiliar a criança a ter maior visibilidade da sociedade frente à possíveis abusos e danos que ela possa a vir sofrer no meio em que convive; sim, há parceria entre os pais das crianças e os atores que representam o CEI Estevão de Alencar Guerra no contexto dos trabalhos lúdicos desenvolvidos e vivenciados pelas crianças no ensino infantil. Finalmente, as professoras afirmaram que a escola desenvolve um trabalho eficaz e inteligente no que diz respeito ao uso da ludicidade para a melhor qualidade de vida das crianças e contam com o auxílio significativo das suas famílias cuidadoras.

Palavras-chave:  Educação Infantil. CEI Estevam de Alencar Guerra. Ludicidade, Criança. Brincar. Vulnerabilidade.

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1 Mestra em Ciências da Educação pela UNADES/PY.

PERCEPÇÕES E OPINIÕES SOBRE O USO DA LUDICIDADE NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NO CEI – CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL ESTEVAM DE ALENCAR GUERRA, ITATIRA, CEARÁ, BRASIL

José Adson Viana Nunes1

RESUMO

Conhecer uma língua estrangeira que seja bastante falada no mundo, como é o caso da língua inglesa, permite trocas de conhecimento e oportunidades para jovens estudantes. Ao ensinar uma língua estrangeira deve-se priorizar a comunicação eficaz e promover “reflexão” e “crítica” ao se estabelecer correlações entre falar, escrever e entender uma língua estrangeira. Mas, aprender uma língua estrangeira é algo de grande dificuldade, fundamentalmente se a escola não tem meios como um laboratório de inglês desenhado para a “conversação”. Isso se torna mais agudo quando se trata de aprender inglês em uma escola pública. Nesse sentido, entende-se que a educação em inglês é fundamental para o desenvolvimento profissional e pessoal dos sujeitos, mas, no contexto brasileiro, a escola pública vem continuamente enfrentando muitos problemas para que se oferte uma educação que contemple o ensino de qualidade da língua inglês.  É sabido que, para o aluno ter o domínio da língua inglesa se faz necessário que ele dominar as habilidades “escrever”, “ler” e “falar” em inglês, de acordo com as diretrizes curriculares do ensino de Língua Estrangeira no Brasil. Nesse sentido, o professor deve criar inúmeras estratégias didáticas para auxiliar o estudante a realizar as atividades de leitura, análise e até mesmo compreensão textual em língua inglesa. Metodologias ativas são uma incubadora de inteligentes meios de ensinar inglês, com uso de jogos, confecção de jornais, dicionários, aulas de campos e outras formas que vão de encontro ao ensino ortodoxo que faz uso somente do livro didático. No presente trabalho, foram apresentadas metodologias interessantes para ensinar e aprender inglês. A partir dessas premissas, uma amostra de estudantes de escola pública do sertão do Ceará, da cidade de Itatira, fusionou a elaboração de um dicionário com o elemento “estrangeirismo”, confeccionando um produto didático denominado “Dicionário de estrangeirismo”, o qual está apresentado no presente trabalho. Além disso, esses estudantes do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental II opinaram sobre a importância do ensino e aprendizagem de uma segunda língua, o inglês, discutindo suas dificuldades principais como ler, escrever e falar em inglês. Os dados revelaram que todos os estudantes consideram falar uma segunda língua muito importante para sua formação pessoal e profissional, mas, para falar uma língua estrangeira encontram muitas barreiras. Nesse contexto, os alunos discutiram que a escola precisa oferecer meios didáticos e estruturais para que a educação voltada para o ensino de uma língua estrangeira seja melhorada e alcance os objetivos traçados pelos Parâmetros Nacionais Curriculares, que incubam objetivos e habilidades em função do aprendizado de uma língua estrangeira no Brasil.

Palavras-chave: Ensino. Aprendizagem. Ensino Fundamental II. Língua Inglesa. Metodologias Ativas.

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1Mestre em Ciências da Educação pela UNADES/PY

UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS NO PROCESSO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA EM ESCOLA PÚBLICA DO SERTÃO DO CEARÁ

Edgleusson Coelho Noronha1

 

RESUMO

 

O presente estudo aborda a inclusão escolar de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na educação no município de Tauá-Ceará. A pesquisa parte da análise de dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam um aumento significativo nos casos diagnosticados de autismo no país, o que acentua a demanda por profissionais qualificados e por políticas públicas efetivas. São discutidas as principais barreiras, como a carência de recursos pedagógicos adaptados, a ausência de formação continuada para docentes e a falta de equipes multidisciplinares nas escolas. O objetivo geral desse trabalho consistiu em desenvolver uma análise da importância e dos desafios da inclusão escolar de crianças com Transtorno do Espectro Autista, destacando estratégias pedagógicas e ações que favoreçam sua participação e aprendizagem. A presente pesquisa é de cunho bibliográfico, com abordagem qualitativa, tendo sido tecidas discussões sobre a aplicação prática da inclusão da criança autista na rede de ensino público. A partir do presente estudo, considera-se crucial que as escolas invistam em capacitações, recursos e suporte técnico para que a inclusão desses alunos seja efetiva e significativa, respeitando suas especificidades e garantindo uma educação de qualidade. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende de um compromisso coletivo, ancorado em investimentos estruturais e humanos, de forma a assegurar a equidade e a justiça social no contexto educacional brasileiro.

 

Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista. Inclusão Escolar. Políticas Públicas.

O PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA AUTISTA NA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE TAUÁ – CEARÁ.